quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Cirque du Soleil






História da Companhia

Objetivando a carreira de artista performático, o fundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberté, iniciou uma turnê pela Europa como músico e artista de rua. Quando retornou ao Canadá, em 1979, aprendeu a arte de cuspir fogo. Ficou empregado por apenas três dias em um projeto de construção de uma hidroelétrica, e manteve-se com seu seguro desemprego. Ajudou a organizar, então, um bazar de verão, juntamente com seus amigos Daniel Gauthier e Gilles Ste-Croix. Gauthier e Ste-Croix estavam, na ocasião, coordenando um albergue de artistas performáticos, denominado Le Balcon Vert. Em 1979, Ste-Croix decidiu realizar uma turnê com seu grupo. Apesar do talento dos artistas, a trupe não tinha fundos para tornar o projeto uma realidade. O grupo decidiu convencer o governo de Quebec a financiar o projeto. Os três criaram então o Les Échassiers de Baie-Saint-Paul. Empregando diversos artistas, o Les Échassiers fez uma excursão por Quebec durante o verão de 1980.

Apesar de bem recebido pelo público em geral, Les Échassiers foi um fracasso. No outono de 1981, os fundadores da trupe conseguiram melhores resultados, o que inspirou Laliberté e Ste-Croix a organizarem uma feira em Baie-Saint-Paul. Esse festival, denominado La Fête Foraine, ofereceu oficinas para ensinar a arte circense ao público. De modo curioso, os próprios habitantes barraram o festival. Em 1983, o governo de Quebec fez uma doação de US$ 1,5 milhão para que o grupo organizasse uma produção no ano seguinte como parte das comemorações do 450º aniversário de Quebec. Laliberté denominou a sua criação de Le Grand Tour du Cirque du Soleil.
[editar] Le Grand Tour du Cirque du Soleil

O grupo apresentou em onze cidades de Quebec, durante treze semanas, simultaneamente ao 3º La Fête Foraine. A primeira apresentação ocorreu mediante inúmeras dificuldades. Utilizando uma tenda emprestada, Laliberté teve que lidar com a insatisfação dos artistas europeus pela inexperiência do circo de Quebec. No entanto, os problemas foram resolvidos e o Le Grand Tour du Cirque du Soleil foi um sucesso. Com apenas US$ 60.000 no banco, Laliberté pediu ajuda ao governo canadense para fornecer fundos para um segundo ano de apresentação. Porém, o governo da província de Quebec estava resistente. Com a intervenção do premier de Quebec, René Lévesque, o governo de Quebec cedeu ao pedido.
[editar] La magie continue
Estrela do Cirque du Soleil na Calçada da Fama do Canadá. [1]

Após conseguir fundos com o governo canadense para um segundo ano de apresentação, Laliberté deu passos para renovar o Cirque. Para tanto, ele contou com a ajuda de Guy Caron, do National Circus School, como diretor artístico do Cirque du Soleil. Ambos queriam uma música forte e emocionante do início ao fim do espetáculo, além de contar com o método do Circo de Moscou de contar uma história durante as apresentações. A ausência do picadeiro e do uso dos animais nas apresentações, tem como objetivo, na concepção dos seus criadores, trazer o espectador mais próximo da performance.

Para auxiliá-los na criação do próximo espetáculo, Laliberté e Caron contrataram Franco Dragone, outro instrutor do National Circus School, que estava trabalhando na Bélgica. Quando entrou na trupe, no ano de 1985, Dragone trouxe um pouco da sua experiência com a comédia Dell'arte. Daí em diante, Dragone dirigiu todos os espetáculos do Cirque, exceto o Dralion, dirigido por Guy Caron.

Em 1986, a companhia passou por sérios problemas financeiros. Em Toronto, o grupo apresentou para apenas 25% da capacidade total de espectadores depois de já não possuirem verbas para manter adequadamente os shows. Gilles Ste-Croix, vestido em uma fantasia de macaco, caminhou pelas ruas de Toronto como forma de divulgar os trabalhos do circo. Uma parada na cidade de Niagara Falls, em Ontário, tornou-se igualmente problemática, deixando o Cirque com US$ 750.000 de débito.

Diversos fatores impediram a falência do circo nesse ano. O grupo Desjardins, instituição financeira sem fins lucrativos, ou espécie de Cooperativa de Crédito financiou o Cirque du Soleil na ocasião, cobriu US$ 200.000 em cheques. O financista Daniel Lamarre, que trabalhou para uma das maiores firmas de relação pública de Quebec, representou a firma gratuitamente. Além disso, o governo de Quebec garantiu à Laliberté a quantia suficiente para se manter no ano seguinte.
[editar] Cirque Réinventé

Em 1987, Laliberté foi convidado a apresentar no Festival de Artes de Los Angeles, porém ainda encontrava-se com problemas financeiros. Se o show não fosse bem recebido pelo público, eles não teriam dinheiro para retornar à Montreal. No entanto, o festival foi um sucesso, e atraiu a atenção de empresas de entretenimento, como a Columbia Pictures, que teve interesse de gravar um vídeo sobre o Cirque du Soleil. Laliberté, insatisfeito com a proposta, recusou-a. Tal produção daria à Columbia Pictures muitos direitos autorais. Esse é um dos motivos que fazem com que o Cirque du Soleil seja independente e privado até hoje.

Diferenças artísticas fizeram com que Guy Caron deixasse a companhia em 1988, além de discussões a respeito da aplicação do dinheiro oriundo da primeira turnê de sucesso do Cirque. Laliberté queria usá-lo na expansão do Cirque e iniciar a produção de um segundo espetáculo, enquanto Guy objetivava economizar, e destinar parte da verba para o National Circus School.

Laliberté solicitou que Gilles Ste-Croix tornasse diretor artístico substituto. Ste-Croix, que encontrava-se afastado do Cirque desde 1985, aceitou o convite. A companhia encontrou novos problemas internos, incluindo uma tentativa frustrada de acrescentar um terceiro sócio, Normand Latourelle, que permaneceu apenas seis meses na companhia. Nos fins de 1989, o Cirque du Soleil encontrava-se novamente endividado.
[editar] Nouvelle Expérience

No mesmo ano, o Cirque decidiu restabelecer o espetáculo Le Cirque Réinventé, porém a idéia foi logo abandonada. Laliberté e Ste-Croix decidiram então produzir um novo show com base nas idéias propostas por Caron antes da sua saída. Originalmente com o nome de Eclipse, eles renomearam o show para Nouvelle Experiénce.

Franco Dragone retornou, apesar de relutante. Ele tinha a intenção de retornar somente se tivesse total controle da criação dos espetáculos. Sua primeira medida foi a retirada da cortina que separava atores e platéia, fazendo com que ambos sentissem fazer parte de um grande show. Dragone criou um ambiente em que o artista mantivesse em seu personagem durante toda a apresentação. Apesar de Dragone possuir total controle sobre a criação, Laliberté supervisionou toda a produção. Inspirado na obra "La Chasse au Météore", de Júlio Verne, foi criado o conceito de que cada artista representava parte das jóias espalhadas ao redor da Terra.

Nouvelle Expérience tornou-se o espetáculo mais popular do Cirque du Soleil até aquele momento e foi apresentado até o ano de 1993. A produção permaneceu por alguns anos no The Mirage Resort and Hotel em Las Vegas. No fim de 1990, o Cirque tornou-se novamente lucrativo e encontrava-se preparado para iniciar uma nova produção.
[editar] Espetáculos

O Cirque du Soleil tem sido descrito como um "circo moderno" cheio de histórias e performances estonteantes, os shows não utilizam animais. Há vários espetáculos rodando o mundo e outros fixos em cidades como Orlando e Las Vegas (EUA).
Cirque du Soleil itinerante no parque Villa-Lobos, no município de São Paulo.

Recruta artistas e números de circo de toda parte. O elenco é composto por artistas de mais de 40 nacionalidades. Os números sofrem influência do teatro mambembe, do próprio mundo circense, da ópera, do balé e do rock.

O espetáculo começa através de um conceito criativo, geralmente com elementos de uma história central, aliada ao desenvolvimento do design do show e a seleção de um compositor para a música.

Há contorcionismo, malabarismo, palhaços e trapezistas, todos com roupas coloridas e maquiagens. Demonstra traços medievais e barrocos. Os shows fazem uso de música ao vivo, a língua falada durante o espetáculo é o "Cirquish", um dialeto imaginário criado pela companhia.

A trupe do circo é hoje membro da Calçada da Fama do Canadá.

Suas performances disponibilizam-se em DVDs e CDs e estão sempre com espetáculos em toda parte do planeta.
[editar] Compositores

Os espetáculos do Cirque du Soleil tem como um dos grandes destaques a trilha sonora, sempre influenciada por ritmos musicais atuais. Dentre vários compositores que já trabalharam no cirque, os mais requisitados são René Dupéré, Benoit Jutras e Violaine Corradi.
[editar] Discografia (Trilhas Sonoras)

Totem (2010)
Ovo (2009)
Zed (2009)
Zaia (2009)
25 (complicação) (2009)
Kooza (2008)
Wintuk (2007)
Delirium (2006)
Corteo (2005)
KÀ (2005)
"O" (2004)
Le Best Of Cirque Du Soleil (Compilação) (2004)
Journey Of Man
La Nouba (1998)
Dralion
Quidam (1997)
Mystère - Ao Vivo em Las Vegas (1996)
Mystère (1994)
Alegría (1994)
Le Cirque Réinventé (1994)
Nouvelle Experience (1993)
Saltimbanco (1992)
Cirque du Soleil (1988)
Fanfafonie 45 (1984)

[editar] Produções itinerantes por ordem de criação

Saltimbanco - 1992
Alegría - 1994
Quidam - 1996
Dralion - 1999
Varekai - 2002
Corteo - 2005
Delirium (Cirque du Soleil) - 2006- teve sua última apresentação dia 19 de abril de 2008 em Londres
Kooza - 2007
OVO - 2009
TOTEM - 2010
Michael Jackson: The Immortal World Tour - 2011

[editar] Produções Fixas/localização

La Nouba - Walt Disney World Resort,Orlando (FL)
O - The Bellagio,Las Vegas (NV)
Mystère - Treasure Island,Las Vegas (NV)
LOVE - The Mirage,Las Vegas (NV)
Zumanity - New York-New York,Las Vegas (NV)
KÀ - MGM Grand,Las Vegas (NV)
Wintuk - Teatro do Madison Square Garden,Nova York (NY)
ZED - Cirque du Soleil Theatre,Tóquio Japão/JP.
Zaia - The Venetian,Macao China/CH.
Criss Angel beLIEve - Luxor,Las Vegas (NV).
Banana Shpeel - The Beacon Theatre in New York, (NY)
Viva Elvis - Aria Resort & Casino,Las Vegas, (NV)
IRIS - Kodak Theatre, Los Angeles (CA)
Zarkana - (Em Turnê Temporariamente) Radio City Music Hall, (NY)

A.C. Milan





History
Further information: History of A.C. Milan
A black and white picture of Herbert Kilpin, the first captain of A.C. Milan
Herbert Kilpin, the first captain of A.C. Milan

The club was founded as a cricket club in 1899 by British expatriates Alfred Edwards and Herbert Kilpin,[6] who came from the British city of Nottingham. In honor of its origins, the club has retained the English spelling of its city's name, instead of changing it to the Italian Milano, although it was forced to do so during the fascist regime. Milan won its first Italian championship in 1901 and a further two in succession in 1906 and 1907.[5]

In 1908, the club experienced a split caused by internal disagreements over the signing of foreign players, which led to the forming of another Milan-based team, Internazionale.[13] Following these events, Milan did not manage to win a single domestic title until 1950–51.[7] In 1963, the club ensured its first continental title by beating Benfica in the final of the European Cup.[14] This success was repeated in 1969, and followed by an Intercontinental Cup title the same year.[7] After the retirement of Gianni Rivera, Milan went into a period of decline, during which the club was involved in the 1980 Totonero scandal and relegated to Serie B as punishment,[15] for the first time in its history. The scandal was centered around a betting syndicate paying players and officials to fix the outcome of matches.[15] Milan quickly returned to Serie A but was relegated to Serie B one year later as the team ended its 1981–82 campaign in third last place.

In 1986, entrepreneur Silvio Berlusconi acquired the club and immediately invested a lot of money in the team,[5] appointing rising manager Arrigo Sacchi at the helm of the Rossoneri and signing a Dutch trio of Ruud Gullit, Marco van Basten and Frank Rijkaard.[5] This was the beginning of the most successful time in the club's history, as Milan won seven domestic titles, one Coppa Italia, five Supercoppa Italiana, five Champions League trophies, five UEFA Super Cups, two Intercontinental Cups and one Fifa Club World Cup.[7]

More recently, the club was involved in the 2006 Serie A scandal where five teams were accused of fixing matches by selecting favorable referees.[16] A police inquiry excluded any involvement of Milan managers,[17] but FIGC unilaterally decided that it had sufficient evidence to charge Milan vice-president, Adriano Galliani. As a result, Milan was initially punished with a 15 point deduction and consequently did not qualify for the Champions League. An appeal saw that penalty reduced to eight points,[18] which allowed the club to retain its 2006–07 Champions League participation. Milan subsequently won the competition, lifting the European Cup for the seventh time.[19]

Following the aftermath of Calciopoli, Milan's city neighbours, Internazionale dominated Serie A, winning four Scudetti. However, with the help a strong squad boasting players such as Zlatan Ibrahimović, Robinho and Alexandre Pato joining many of the old-guard, Milan recaptured the Scudetto of the 2010-11 Serie A season, their first since the 2003-04 season, and 18th overall.[20][21]
Colors and badge
Shirt worn by Milan in 2006-07 Champions League Final

Throughout the entire history of the club, it has been represented by the colors red and black. The colors were chosen to represent the players' fiery ardor (red) and the opponents' fear to challenge the team (black). Due to Milan's striped red and black shirts, the club has gained the nickname rossoneri.[22] White shorts and black socks are worn as part of the home strip.

Milan's away strip has always been completely white. It is considered by both the fans and the club to be a lucky strip in Champions League finals, due to the fact that Milan has won six finals out of eight in an all white strip (losing only to Ajax in 1995 and Liverpool in 2005), while winning only one out of three in the home strip. The third strip changes yearly and is black with red trim for the current season, but it is rarely used.

For many years, Milan's badge was simply the Flag of Milan, which was originally the flag of Saint Ambrose.[23] Another nickname derived from the club's colors is the Devil. An image of a red devil was used as Milan's logo at one point with a Golden Star for Sport Excellence located next to it.[23] The star was awarded to the club when it won 10 league titles. Currently, the badge represents the club colors and the flag of the Comune di Milano, with the acronym ACM at the top and the foundation year (1899) at the bottom.[23]
Stadium
For more details on this topic, see San Siro.
San Siro stadium

The team's current stadium is the 80,018 seat San Siro, officially known as Stadio Giuseppe Meazza after the former player who represented both Milan and Internazionale. The name San Siro is taken from the district where it's located. San Siro has been the home of Milan since 1926, when it was privately built by the club. The stadium has been shared with Internazionale since 1946, when the other major Milanese club was accepted as joint tenant. The stadium is renowned for its fantastic atmosphere due to the closeness of the stands to the pitch. The frequent use of flares by supporters contributes to the atmosphere but the practice has occasionally caused problems.

On 19 December 2005, Milan vice-president and executive director Adriano Galliani announced that the club is seriously working towards a relocation. He said that Milan's new stadium will be largely based on the Veltins-Arena and will follow the standards of football stadiums in the United States, Germany and Spain. It will likely be a stadium for football purposes only (with no athletics track). The new stadium is supposed to be named after a sponsor.[24] It remains to be seen if this plan will proceed or if this is just a ploy to force the owners (Comune di Milano) to sell the stadium to Milan for a nominal fee so as to proceed with extensive renovations. The possibility of Internazionale vacating San Siro may affect proceedings.
Supporters and rivalries
Milan banner saying "Inter, the true comedy since 1908," with a caricature of Dante

Milan is one of the most supported football clubs in Italy, according to research conducted by Italian newspaper La Repubblica.[25] Historically, Milan was supported by the city's working-class and trade unionists,[26] a section of whom were migrants from Southern Italy. On the other hand, crosstown rivals Internazionale were mainly supported by the more prosperous and typically Milanese middle-class.[26] One of the oldest ultras groups in all of Italian football, Fossa dei Leoni, originated in Milan.[27] Currently, the main ultras group within the support base is Brigate Rossonere.[27] Politically, Milan ultras have never had any particular preference,[27] but the media traditionally associated them with the left-wing,[28] until recently, when Berlusconi's presidency somewhat altered that view.[29]

Genoa fans consider Milan a hated rival after Genoa fan, Vincenzo Spagnolo was tragically stabbed to death by a Milan supporter in January 1995.[30] However, Milan's main rivalry is with neighbor club, Internazionale; both clubs meet in the widely anticipated Derby della Madonnina twice every Serie A season. The name of the derby refers to the Blessed Virgin Mary, whose statue atop the Milan Cathedral is one of the city's main attractions. The match usually creates a lively atmosphere, with numerous (often humorous or offensive) banners unfolded before the start of the game. Flares are commonly present and contribute to the spectacle but they have occasionally led to problems, including the abandonment of the second leg of the 2004–05 Champions League quarterfinal match between Milan and Inter on 12 April 2005, after a flare thrown from the crowd by an Inter supporter struck Milan keeper Dida on the shoulder.[31]
Players
First team squad

As of 21 July 2011.[32]

Note: Flags indicate national team as has been defined under FIFA eligibility rules. Players may hold more than one non-FIFA nationality.
No. Position Player
1 Italy GK Marco Amelia
2 Nigeria DF Taye Taiwo
4 Netherlands MF Mark van Bommel
5 France DF Philippe Mexès
7 Brazil FW Alexandre Pato
8 Italy MF Gennaro Gattuso (vice-captain)
9 Italy FW Filippo Inzaghi
10 Netherlands MF Clarence Seedorf
11 Sweden FW Zlatan Ibrahimović
13 Italy DF Alessandro Nesta
16 France MF Mathieu Flamini
17 Italy DF Massimo Oddo
19 Italy DF Gianluca Zambrotta
20 Italy DF Ignazio Abate

No. Position Player
23 Italy MF Massimo Ambrosini (captain)
25 Italy DF Daniele Bonera
27 Ghana MF Kevin-Prince Boateng
28 Netherlands MF Urby Emanuelson
30 Italy GK Flavio Roma
32 Italy GK Christian Abbiati
33 Brazil DF Thiago Silva
43 Italy FW Alberto Paloschi
70 Brazil FW Robinho
76 Colombia DF Mario Yepes
77 Italy DF Luca Antonini
92 Italy FW Stephan El Shaarawy
99 Italy FW Antonio Cassano
For recent transfers, see 2011–12 A.C. Milan season.
Out on loan

Note: Flags indicate national team as has been defined under FIFA eligibility rules. Players may hold more than one non-FIFA nationality.
No. Position Player
Italy GK Ferdinando Coppola (at Torino until 30 June 2012)[33]
Italy GK Antonio Donnarumma (at Gubbio until 30 June 2012)[34]
Italy GK Filippo Perucchini (at Lecco until 30 June 2012)[35]
Spain DF Dídac Vilà (at Espanyol until 30 June 2012)[36]
Italy DF Michelangelo Albertazzi (at Getafe until 30 June 2012)[37]
Italy DF Andrea De Vito (at Cittadella until 30 June 2012)[38]
Romania DF Cristian Daminuţă (at FC Tiraspol until 30 June 2012)[39]
Italy MF Giovanni Scampini (at Poggibonsi until 30 June 2012)[40]
Nigeria MF Harmony Ikande (at Extremadura until 30 June 2012)[41]
Sierra Leone MF Rodney Strasser (at Lecce until 30 June 2012)[42]

No. Position Player
Hungary MF Attila Filkor (at Livorno until 30 June 2012)[43]
Italy MF Gianmarco Conti (at Lecco until 30 June 2012)[44]
Italy MF Luca Santonocito (at Südtirol until 30 June 2012)[45]
Slovenia MF Mitja Novinič (at Virtus Lanciano until 30 June 2012)[46]
Italy FW Davide Di Gennaro (at Modena until 30 June 2012)[47]
Nigeria FW Nnamdi Oduamadi (at Torino until 30 June 2012)[48]
Italy FW Andrea Schenetti (at Südtirol until 30 June 2012)[49]
Gabon FW Pierre Aubameyang (at Saint-Étienne until 30 June 2012)[50]
Ghana FW Dominic Adiyiah (at Karşıyaka until 30 June 2012)[51]
Italy FW Marco Gaeta (at Renate until 30 June 2012)[52]
Co-ownership

Note: Flags indicate national team as has been defined under FIFA eligibility rules. Players may hold more than one non-FIFA nationality.
No. Position Player
Italy DF Matteo Darmian (at Palermo until June 2012)[53]
Italy DF Simone Romagnoli (at Pescara until June 2012)[54]
Italy DF Nicola Pasini (at Genoa until June 2012)[55]
Italy DF Luca Meregalli (at Pavia until June 2012)[56]

No. Position Player
Germany MF Alexander Merkel (at Genoa until June 2012)[57]
Nigeria MF Wilfred Osuji (at Padova until June 2012)[58]
Italy FW Simone Verdi (at Torino until June 2012)[59]
Italy FW Giacomo Beretta (at Genoa until June 2012)[60]
Youth team squad
Main article: A.C. Milan Primavera
Notable players
For a list of every Milan player with 100 or more appearances, see List of A.C. Milan players.
For a list of every Milan player who has been called-up by Italy, see A.C. Milan and the Italian national football team.
Retired numbers
See also: Retired numbers in association football.
No. Player Nationality Position Milan debut Last match Ref
3* Paolo Maldini Italy Centre back / Left back 25 January 1985 31 May 2009 [61]
6 Franco Baresi Italy Sweeper 23 April 1978 1 June 1997 [61]

* Might be restored for one of his two sons, should either of them play professionally for the club.
Current coaching staff

As of 16 July 2011.[4]

Position Name
Head coach Massimiliano Allegri
Assistant coach Mauro Tassotti
Goalkeeping coaches Marco Landucci
Valerio Fiori
Technical assistant Andrea Maldera
Medical director Rodolfo Tavana
Club doctors Armando Gozzini
Stefano Mazzoni
Athletic Trainer Manager Daniele Tognaccini
Fitness coaches Simone Folletti
Fabio Allevi
Bruno Dominici
Sergio Mascheroni
Andrea Primitivi
Agostino Tibaudi
Chiropractor Kristian Baekkel
Physiotherapists Dario Lorenzo Fort
Stefano Grani
Roberto Morosi
Marco Paesanti
Masseurs Roberto Boerci
Endo Tomoroni
Presidents and managers
Presidential history

Milan has had numerous presidents over the course of its history, some of which have been owners of the club while others have been honorary presidents. Here is a complete list of them.[62]

Name Years
Alfred Edwards 1899–1909
Giannino Camperio 1909
Piero Pirelli 1909–1928
Luigi Ravasco 1928–1930
Mario Bernazzoli 1930–1933
Luigi Ravasco 1933–1935
Pietro Annoni 1935
Pietro Annoni
G. Lorenzini
Rino Valdameri 1935–1936

Name Years
Emilio Colombo 1936–1939
Achille Invernizzi 1939–1940
Umberto Trabattoni 1940–1944
Antonio Busini 1944–1945
Umberto Trabattoni 1945–1954
Andrea Rizzoli 1954–1963
Felice Riva 1963–1965
Federico Sordillo 1965–1966
Franco Carraro 1967–1971
Federico Sordillo 1971–1972

Name Years
Albino Buticchi 1972–1975
Bruno Pardi 1975–1976
Vittorio Duina 1976–1977
Felice Colombo 1977–1980
Gaetano Morazzoni 1980–1982
Giuseppe Farina 1982–1986
Rosario Lo Verde 1986
Silvio Berlusconi 1986–2004
Presidential Commission 2004–2006
Silvio Berlusconi 2006–
Managerial history
Main article: List of A.C. Milan managers

Below is a list of Milan coaches from 1900 until the present day.[63]

Name Nationality Years
Herbert Kilpin England 1900–1908
Daniele Angeloni Italy 1906–1907
Technical Commission Italy 1907–1910
Giovanni Camperio Italy 1910–1911
Technical Commission Italy 1911–1914
Guido Moda Italy 1915–1922
Ferdi Oppenheim Austria 1922–1924
Vittorio Pozzo Italy 1924–1926
Guido Moda Italy 1926
Herbert Burgess England 1926–1928
Engelbert König Austria 1928–1931
József Bánás Hungary 1931–1933
József Viola Hungary 1933–1934
Adolfo Baloncieri Italy 1934–1937
William Garbutt England 1937
Hermann Felsner
József Bánás Austria
Hungary 1937–1938
József Viola Hungary 1938–1940
Guido Ara
Antonio Busini Italy
Italy 1940–1941
Mario Magnozzi Italy 1941–1943
Giuseppe Santagostino Italy 1943–1945
Adolfo Baloncieri Italy 1945–1946
Giuseppe Bigogno Italy 1946–1949
Lajos Czeizler Hungary 1949–1952
Gunnar Gren Sweden 1952
Mario Sperone Italy 1952–1953
Béla Guttmann Hungary 1953–1954
Antonio Busini Italy 1954
Hector Puricelli Uruguay 1954–1956
Giuseppe Viani Italy 1957–1960
Paolo Todeschini Italy 1960–1961
Nereo Rocco Italy 1961–1963
Luis Carniglia Argentina 1963–1964
Nils Liedholm Sweden 1963–1966

Name Nationality Years
Giovanni Cattozzo Italy 1966
Arturo Silvestri Italy 1966–1967
Nereo Rocco Italy 1966–1972
Cesare Maldini Italy 1973–1974
Giovanni Trapattoni Italy 1974
Gustavo Giagnoni Italy 1974–1975
Nereo Rocco Italy 1975
Paolo Barison Italy 1975–1976
Giovanni Trapattoni Italy 1976
Giuseppe Marchioro Italy 1976–1977
Nereo Rocco Italy 1977
Nils Liedholm Sweden 1977–1979
Massimo Giacomini Italy 1979–1981
Italo Galbiati Italy 1981
Luigi Radice Italy 1981–1982
Italo Galbiati Italy 1982
Francesco Zagatti Italy 1982
Ilario Castagner Italy 1982–1984
Italo Galbiati Italy 1984
Nils Liedholm Sweden 1984–1987
Fabio Capello Italy 1987
Arrigo Sacchi Italy 1987–1991
Fabio Capello Italy 1991–1996
Oscar Tabárez Uruguay 1996
Giorgio Morini Italy 1996–1997
Arrigo Sacchi Italy 1997
Fabio Capello Italy 1997–1998
Alberto Zaccheroni Italy 1998–2001
Cesare Maldini
Mauro Tassotti Italy 2001
Fatih Terim Turkey 2001
Carlo Ancelotti Italy 2001–2009
Leonardo Brazil 2009–2010
Massimiliano Allegri Italy 2010–
Honors

Milan is one of the most successful clubs in Italy, having won a total of 30 trophies. Together with Boca Juniors,[64] the club is the most successful in the world in terms of international competitions won, with a record of 14 European trophies and four World titles. Milan has earned the right to place a star on its club shirt in recognition of the fact that the club has won at least ten scudetti. In addition, the club is permanently allowed to display a multiple-winner badge on its shirt as it has won more than five European Cups.[65]
Domestic
League

Italian Football Championship / Serie A (level 1)
Winners (18): 1901, 1906, 1907, 1950–51, 1954–55, 1956–57, 1958–59, 1961–62, 1967–68, 1978–79, 1987–88, 1991–92, 1992–93, 1993–94, 1995–96, 1998–99, 2003–04, 2010–11
Runners-up (16): 1902, 1910–11, 1911–12, 1947–48, 1949–50, 1951–52, 1955–56, 1960–61, 1964–65, 1968–69, 1970–71, 1971–72, 1972–73, 1989–90, 1990–91, 2004–05

Serie B (level 2)
Winners (2): 1980–81, 1982–83

Cups

Coppa Italia
Winners (5): 1966–67, 1971–72, 1972–73, 1976–77, 2002–03
Runners-up (7): 1941–42, 1967–68, 1970–71, 1974–75, 1984–85, 1989–90, 1997–98

Supercoppa Italiana
Winners (5): 1988, 1992, 1993, 1994, 2004
Runners-up (3): 1996, 1999, 2003

European

UEFA Champions League
Winners (7): 1962–63, 1968–69, 1988–89, 1989–90, 1993–94, 2002–03, 2006–07
Runners-up (4): 1957–58, 1992–93, 1994–95, 2004–05

UEFA Cup Winners' Cup
Winners (2): 1967–68, 1972–73
Runners-up (1): 1973–74

UEFA Super Cup
Winners (5): 1989, 1990, 1994, 2003, 2007
Runners-up (2): 1973, 1993

Worldwide

Intercontinental Cup
Winners (3): 1969, 1989, 1990
Runners-up (4): 1963, 1993, 1994, 2003

FIFA Club World Cup
Winners (1): 2007

Club statistics and records
For more details on this topic, see List of A.C. Milan records and statistics.

Paolo Maldini presently holds both records for number of total and Serie A appearances for Milan with 1000 games played in total and 600 in Serie A (as of 14 May 2007, not including playoff matches),[66] the latter being an all time Serie A record.[67]

Milan's all time top goalscorer is a Swede, Gunnar Nordahl, who scored 221 goals for the club in 268 games.[68] Andriy Shevchenko is in second place with 173 goals in 298 games for the club followed by Filippo Inzaghi, who has scored 101 goals in 220 games.

The club holds the unique record of having gone a whole season without losing a game, during the 1991–92 season. In total, that unbeaten streak lasted 58 games, starting with a 0–0 draw with Parma on 26 May 1991 and ironically ending with a 1–0 loss at home to Parma on 21 March 1993. This unbeaten streak is a Serie A record and is the third longest unbeaten run in top flight European football. It comes in behind Steaua Bucureşti's record of 104 unbeaten games and Celtic's 68 game unbeaten run.[69][70]

Milan, along with Boca Juniors, has won the most FIFA recognized international club titles in the world.[71] Milan is also ranked as the fifth best team in Europe in line with the UEFA Co-Efficient ranking system. This allows Milan to be in the number one spot for all European draws, meaning the team avoids other highly rated European teams in UEFA competitions.[72]
A.C. Milan as a company

According to The Football Money League published by consultants Deloitte, in the 2005–06 season, Milan was the fifth highest earning football club in the world with an estimated revenue of €233.7 million.[73] Currently, the club is also ranked as the seventh richest football club in the world by Forbes magazine, making it the richest in Italian football.[12]

Fly Emirates is the current main sponsor for Milan's shirt starting for the 2010–11 season and lasting 5 years[74], after 4 years with Austrian online betting company bwin.com as the sponsor.

Previous to Bwin deal, the German car manufacturer Opel had sponsored Milan for 12 seasons. For most of them, Opel was displayed on the front of the shirt, but in the 2003–04 and the 2005–06 seasons respectively, Meriva and Zafira (two cars from their range) were displayed.

The current shirts are supplied by German sportswear manufacturer Adidas, whose deal runs to the end of the 2017–18 season.[75] The deal makes Adidas the official manufacturer of all kits, training equipment and replica outfits. Prior to Adidas, the Italian sports company Lotto produced Milan's sportswear.

On 14 January 2008, Milan and Adidas renewed the sponsorship contract until 30 June 2018. According to the new contract, Adidas will be responsible for 3 separate areas of sponsorship; the sponsorship on the shirt, the merchandising and the distribution of all non-football related Milan products.[76]
Kit manufacturers and shirt sponsors
Period Kit manufacturer Shirt sponsor
1981–82 Linea Milan Pooh Jeans
1982–83 NR Hitachi
1983–84 Cuore
1984–85 Rolly Go Oscar Mondadori
1985–86 Gianni Rivera Fotorex U-Bix
1986–87 Kappa
1987–90 Mediolanum
1990–92 Adidas
1992–93 Motta
1993–94 Lotto
1994–98 Opel
1998–06 Adidas
2006–10 Bwin
2010–15 Fly Emirates
Superleague Formula
Main article: A.C. Milan (Superleague Formula team)

Milan has a team in the new Superleague Formula race car series where teams are sponsored by football clubs. Robert Doornbos, formerly driving for Minardi and Red Bull Racing in the Formula One World Championship, drove for Milan in 2008.[77] Doornbos won his first race for the team at Nürburgring, Germany. Giorgio Pantano is driving for Milan in the 2009 season and he has also won races for the team.[78]
See also

Fossa dei Leoni
Football in Italy
European Cup and Champions League records and statistics
UEFA Champions League finals

References

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Sport Club Corinthians Paulista





port Club Corinthians Paulista é um clube de futebol do Brasil.[2] Foi fundado como uma equipe de futebol no dia 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários do bairro do Bom Retiro, na cidade de São Paulo.[3] O nome foi inspirado no Corinthian FC de Londres, que excursionava pelo Brasil.[4][5] A ideia inicial era fundar um novo time de futebol para jogar no futebol de várzea, já que o Liga Paulista era disputada apenas por equipes da elite.[3][6] Graças a uma dissidência entre os clubes aristocráticos da Liga Paulista de Foot-Ball, o Corinthians disputou uma seletiva classificatória para o torneio dessa entidade, que era o mais importante a época. Assim, em 1913 o clube jogaria pela primeira vez o Campeonato Paulista. [7] A origem humilde do Corinthians refletiu-se em alguns de seus apelidos, como "clube dos operários" ou "time do povo". Foi o primeiro clube de São Paulo a abrir espaço para jogadores pobres. Foi também o segundo clube do futebol brasileiro - o primeiro foi o Bangu - e o primeiro do futebol paulista a aceitar atletas negros no time.[8][9][10]
Embora o clube tenha atuado em outras modalidades esportivas ao longo dos anos, como remo, basquete, natação, vôlei, tênis, taekwondo, futsal, judô, peteca e handebol, suas principais conquistas e o seu reconhecimento foram alcançados pelo futebol profissional.[11] Foi o primeiro clube a ganhar o Mundial de Clubes da FIFA[12] e o único a conquistar o título em casa, no Brasil, em 2000.[13][14][15] Possui também quatro títulos do Campeonato Brasileiro,[16] três da Copa do Brasil,[17] 26 do Campeonato Paulista[17] - sendo deste último o maior recordista de conquistas no Estado e é o único clube três vezes tricampeão do torneio[18] - e cinco do Torneio Rio-São Paulo (1950-1953-1954-1966-2002).
Em 1951, o Corinthians foi primeiro time do futebol brasileiro a ultrapassar a marca dos 100 gols em um campeonato oficial, quando fez 103 em 28 jogos no Campeonato paulista daquela temporada.[19] De 1952 a 1954, o clube fez 28 partidas internacionais sem derrota - incluindo a disputa e conquista da Pequena Copa do Mundo de 1953 na Venezuela, com duas vitórias sobre o Barcelona da Espanha)[20] - e superou o recorde anterior que pertencia ao Vasco. O Corinthians faz parte do grupo de equipes que representaram oficialmente a Seleção Brasileira de Futebol, em um amistoso contra o Arsenal em 1965, e é responsável pela maior "goleada" ocorrida até hoje em Campeonatos Brasileiros, quando venceu do Tiradentes-PI por 10 a 1 no em 1983.[21]
O estádio oficial do Corinthians é o Estádio Alfredo Schürig, mais conhecido como "Parque São Jorge" ou "Fazendinha". Foi reinaugurado em 1928 e atualmente tem capacidade para pouco mais 15 mil pessoas.[22][23] Jogando lá, o único título que o clube conquistou foi o Paulista de 1939. Por conta da capacidade reduzida do estádio, o Corinthians costuma atuar com mandante no Estádio Municipal do Pacaembu.[24] Seus principais rivais no futebol são o Palmeiras, com quem disputa o Derby Paulista, com o Santos, com quem disputa o Clássico Alvinegro, e o São Paulo, com quem disputa o Majestoso. Sua torcida é conhecida como "Fiel"[25] e seus torcedores são estimados em mais de 25 milhões espalhados por todo Brasil, o que credencia o Corinthians como o segundo time mais popular do país[26][27][28] e o primeiro na Região Sudeste e no Estado de São Paulo.[29]

História

Ver artigo principal: História do Sport Club Corinthians Paulista
Primeiros anos (1910-1949)


Marco da fundação do clube no bairo do Bom Retiro em São Paulo (Imagem: Alessandra A.)
Em 1 de setembro de 1910, um grupo de cinco operários de uma companhia ferroviária do bairro paulistano do Bom Retiro decidiu criar um time de futebol.[2] Eram os pintores de parede Joaquim Ambrósio e Antonio Pereira; o sapateiro Rafael Perrone; o cocheiro Anselmo Correa e o trabalhador braçal Carlos Silva, além de mais oito pessoas que contribuíram com 20 mil réis e também foram consideradas sócias-fundadoras.[6] A ideia surgiu depois de assistirem à atuação do Corinthian,[4][5] fundada em 1882 time inglês de futebol que excursionava pelo Brasil à convite da equipe carioca Fluminense Football Club.[30] Aqui, os ingleses foram chamados pela imprensa de "Corinthian's Team". Mas o time brasileiro só seria batizado "Sport Club Corinthians Paulista" depois de muita discussão e algumas reuniões na casa de outro integrante do grupo de amigos, o alfaiate Miguel Bataglia, que acabaria se tornando o primeiro presidente da agremiação - embora ele tenha ficado apenas duas semanas no cargo.[6][31][32]
Em sua estreia nos campos de futebol, o Corinthians perdeu para o União da Lapa, por 1 a 0. Porém, no segundo jogo oficial, em 14 de setembro de 1910, contra o Estrela Polar, vieram o primeiro gol (marcado pelo italiano Luigi Salvatore Fabbi) e a primeira vitória (por 2 a 0).[2] O Corinthians atuou no futebol de várzea paulista até 1912. Como os campeonatos oficiais de futebol eram praticados exclusivamente por equipes aristocráticas, como o Clube Atlético Paulistano, o Esporte Clube Pinheiros e o São Paulo Athletic Club,[3] a atuação do Corinthians era até então restrita ao futebol de várzea.[6]


Primeiro Time Campeão Paulista em 1914: Fúlvio, Casemiro do Amaral e Casemiro Gonzalez; Polícia, Biano e César; Aristides, Peres, Amílcar, Dias e Neco.
Em 1913, uma dissidência entre os clubes que disputavam o Campeonato Paulista abriu a oportunidade para clubes de origem popular, conhecidos à época como "varzeanos", disputassem a competição organizada pela LPF. Após vencer o Minas Gerais, representante do bairro do Brás, e o FC São Paulo, do bairro do Bixiga, o Corinthians ganhou o direito de disputar pela primeira vez o campeonato da LPF.[7] No ano seguinte, o clube sagraria-se pela primeira vez campeão do torneio,[33] feito que se repetiria em 1916.[34]
Ascensão no cenário estadual
Nas décadas de 1920 e 1930, o Corinthians firmou-se como uma das equipes mais importantes de São Paulo, rivalizando com o Clube Atlético Paulistano e a Societá Sportiva Palestra Itália (futuro SE Palmeiras. No período, o clube arrematou nove títulos paulistas - sendo três tricampeonatos (1922-1923-1924, 1928-1929-1930 e 1937-1938-1939), feito jamais alcançado por outro clube paulista. Além de Neco, que jogou no clube até 1930, Rato,[35] Del Debbio[36] Tuffy,[23] Grané,[37] Teleco,[38][39] Brandão,[40] e Servílio de Jesus[41] despontaram como grandes ídolos do clube no período.


Time que conquistou o primeiro Tri Campeonato em 1930.
Na década de 1940, porém, o clube conquistou apenas o Campeonato Paulista de 1941.[42] No ano seguinte, foi o primeiro campeão da "Taça Cidade de São Paulo", que envolvia os três primeiros colocados do Paulista do ano anterior.
O primeiro título internacional e Vicente Matheus (1950-1969)
Após um período sem grandes êxitos futebolísticos, o clube renovou sua equipe para a década de 1950. Jovens formados nas "categorias de base" do Corinthians, como Luizinho,[43][44] Cabeção, Roberto Belangero e Idário[45], juntaram-se a jogadores como Baltazar,[46][47]Cláudio[48][49] e Gilmar,[50][51] que formaram um dos melhores times da história corintiana.[52] Essa equipe foi campeão do Campeonato Paulista (1951 e 1952), do Torneio Rio-São Paulo (1950, 1952 e 1953) e da Pequena Taça do Mundo de 1953, primeiro título internacional do clube).[20] Em 1954, o Campeonato Paulista daquela temporada despertou grande interesse em todos os clubes e torcedores, porque comemorava o "IV Centenário da Fundação" da cidade de São Paulo. Para época, era considerado o título paulista mais importante da história.[52] Um empate contra o Palmeiras garantiu a conquita de um dos títulos mais importantes da história alvinegra, que coroou a geração vitoriosa dos anos cinquenta.[53] A década de 1950 marcou ainda internacionalmente o clube. Entre 1951 e 1959, o Corinthians disputou 64 partidas contra equipes estrangeiras, com 47 vitórias, dez empates e apenas sete derrotas. Ficou invicto por 32 jogos, de 1952 e 1954.[54]
No final da década de 1950, assumiu a presidência do clube por voto direto dos associados Vicente Matheus, que comandou o Corinthians durante oito mandatos.[55]
Do "Faz-Me-Rir" à Era Rivellino
No Campeonato Paulista de 1961, o time fez uma campanha tão pífia que foi apelidado por torcedores rivais de "Faz-Me-Rir".[56] O clube apostou na contratação de craques que chegavam ao Parque São Jorge como "salvadores da pátria", mas que acabaram não vingando no time - como Almir Pernambuqinho em 1960[57] e Mané Garrincha em 1966.[58]
Mas aquela década também marcava o surgimento de Roberto Rivellino, "O Reizinho do parque",[59][60] um dos melhores jogadores da história corintiana, embora nunca tenha vencido um grande título para time.[61]
Em 1966, na tentativa de acabar com o "jejum" de títulos no Campeonato Paulista, a diretoria corintiana contratou o zagueiro Ditão e o volante Nair, que vieram da Associação Portuguesa de Desportos, além do atacante Garrincha, que chegou ao Parque São Jorge com 32 anos de idade. Na época, a verba destinada ao departamento de futebol foi recorde e o jornal "A Gazeta Esportiva" passou a tratar o time como o "Timão do Corinthians", e assim nasceu o apelido que acompanha o clube até hoje.[58] Ainda no final da década, o Corinthians venceria o Santos, após quase 11 anos sem vitórias sobre a equipe de Pelé em edições do Campeonato Paulista.[62] Paulo Borges e Flavio fizeram os gols desssa vitória corintiana.[63]
A Invasão corintiana e o título de 1977 (1970-1980)
Ver artigo principal: Invasão corintiana
Ver artigo principal: Campeonato Paulista de Futebol de 1977
Ver artigo principal: Participação do Corinthians nas finais do Campeonato Paulista de Futebol de 1977
Em 1970, depois de uma conturbada negociação com a Portuguesa, o Corinthians contratou o lateral Zé Maria.[64][65] O jogador havia sido campeão mundial com o Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo de 1970, no México, na reserva de Carlos Alberto Torres. Para sair da fila, a diretoria corintiana trouxe nos anos seguintes nomes como Vaguinho (em 1971)[66] e Geraldão,[67] além de promover jogadores da base como Wladimir.[21][68]
Além da interminável fila de grandes conquistas, o Corinthians também não conseguia chegar, com frequência, às finais de grandes torneios. Ficou de 1957 a 1974 sem decidir o Campeonato Paulista. Em 1974, havia grande esperança de se quebrar o jejum na final estadual contra o Palmeiras. Mas o rival acabou vencendo os corintianos, que precipitou a saída de Rivellino para o Fluminense.[61] Corinthians e Rivellino acabariam encontrando-se na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976, contra o Fluminense, em 5 de dezembro, naquela que é uma das partidas das mais marcantes da história corintiana. Dezenas de milhares de torcedores alvinegros viajaram para o Rio de Janeiro para assistir o duelo no Estádio do Maracanã, que acabou dividido entre os corintianos e fluminenses. Aquele momento acabou conhecido como "A invasão corintiana ao Maracanã".[69] A consagração daquele dia célebre para os corintianos veio como a vitória sobre o clube carioca nos pênaltis, após empate de 1 a 1 no tempo regulamentar. Na decisão do Brasileiro, o Internacional derrotou o Corinthians em Porto Alegre.


Taça do título de 1977 no Memorial do Parque São Jorge.(Imagem: Alessandra A.)
O título Paulista de 1977
No começo de 1977, o presidente corintiano Vicente Matheus trouxe Palhinha, do Cruzeiro, por uma quantia recorde para a época: 7 milhões de cruzeiros.[70] O jogador tornaria-se um dos ídolos da "Fiel" naquele período.[71] Menos de um ano depois de "invadir" o Maracanã, o Corinthians viveria uma de suas noites mais inesquecíveis em 13 de outubro, com a conquista do Campeonato Paulista, que se tornou um dos títulos mais importantes da história corintiana, pois representava o fim de quase 23 anos sem ganhar competições oficiais. Na última de três partidas, contra a Associação Atlética Ponte Preta, o título veio com o gol de Basílio, no segundo tempo.[70][72]
Para 1978, a diretoria do clube contratou Sócrates, que pertencia ao Botafogo de Ribeirão Preto, que acabaria por ser considerado um dos maiores craques da história do time.[73][74] Outro que chegava naquele ano ao clube e seria ídolo no Timão era Biro-Biro.[75][76] Em 1979, o Corinthians voltaria a vencer o Campeonato Paulista contra a mesma Ponte Preta.[77]
Da Democracia Corintiana aos "meninos de 1988" (1981-1989)
Ver artigo principal: Democracia Corintiana


Socrátes é um dos ídolos do clube e idealizador da democracia corintiana.
No início de 1981, o presidente Vicente Matheus foi buscar pessoalmente na Arábia Saudita o meio-campo Zenon, que havia se destacado no Guarani Futebol Clube em temporadas anteriores e assumiria a camisa 10 do Corinthians, no lugar de Palhinha.[78] Mas após não conseguir um bom desempenho no Campeonato Paulista daquele ano - que era classificatório para o Campeonato Brasileiro do ano seguinte -, o clube teve de jogar a Taça de Prata, espécie de "segunda divisão" do Campeonato Brasileiro, em 1982[79] Os resultados ruins em campo levaram a mudanças na diretoria, com a saída de Vicente Matheus, e os jogadores passaram a ter papel ativo nas decisões do clube. Tudo era resolvido pelo voto, das contratações ao local de concentração.[73] O período ficou marcado como a "Democracia corintiana".[80] As mudanças surtiram efeito. Em 1982, quando liderados pelos ídolos Sócrates, Wladimir, Casagrande,[81] Biro-Biro e Zenon, o clube conquistou o Campeonato Paulista em cima do São Paulo, que tentava o tricampeonato na competição.[73] No ano seguinte, o Corinthians repetiria a final contra o rival e uma vez mais conquistaria o torneio.[82]
Em 1985, já sem Socrátes em seu plantel[83] e com o fim da Democracia Corintiana, a nova diretoria corintiana apostou na consolidação de uma grande equipe, com as contratações de De León, que deixou o Grêmio como o jogador mais caro do futebol brasileiro até então, Serginho Chulapa e Dunga, que se somavam a reforços do ano anterior, como Carlos, Édson e Juninho, ontratados da Ponte Preta, quanto aos bem-estabelecidos Wladimir, Biro-Biro, Zenon e Casagrande.[84] O grande time, porém, só ficou no "papel": no Campeonato Brasileiro, o Timão foi eliminado antes das semifinais, e no Campeonato Paulista, a equipe ficou apenas em quinto lugar.[84]
Nas duas temporadas seguintes, o clube renovou-se com um elenco com jogadores como o volante Wilson Mano,[85] e o zagueiro Marcelo.[86] Em 1988, com novos garotos da base corintiana, como o goleiro Ronaldo,[87] o volante Márcio Bittencourt e o atacante Viola, o Corinthians voltaria a conquistar do Campeonato Paulista.[88]
Primeiro título brasileiro e Mundial de Clubes FIFA (1990-Atualmente)
Ver artigo principal: Campeonato Mundial de Clubes da FIFA 2000


Time campeão brasileiro de 2005 na época da parceria com a MSI.
Durante as décadas de 1990 e 2000, o clube conquistou a maior sequência de título da sua história: nos anos 1990, foram três títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998 e 1999), 3 Campeonatos Paulistas (1995, 1997 e 1999), 1 Copa do Brasil (1995) e 1 Supercopa do Brasil (1991). E, em 2000, a vitória no Mundial de Clubes daquele ano - o primeiro organizado pela FIFA[82]. O final contra o Clube de Regatas Vasco da Gama foi no Maracanã e o Corinthians venceu nos pênaltis após Edmundo perder a cobrança.[89][90]. Completando as conquistas, vieram 3 Campeonatos Paulistas (2001, 2003 e 2009), 1 Torneio Rio-São Paulo (2002), 1 Campeonato Brasileiro (2005) e 2 Copas do Brasil (2002 e 2009).
Esse período também conhecido como a época das parcerias,[91] onde o clube teve parceiros para a contratação de jogadores. Foram essas do Banco Excel (1995), da Hicks, Muse, Tate & Furst - HTMF (1999) e da Media Sports Investment - MSI (2005), a última comandada pelo russo Boris Berezovsky,[92] magnata russo exilado em Londres, e tinha como representante no Brasil, o empresário iraniano Kia Joorabchian.[93] Ambos, ao lado de Alberto Dualib (presidante do clube), Nesi Curi (vice-presidente) e Renato Duprat Filho (diretor de futebol e "braço direito" de Dualib) eram acusados de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.[94].
Em 2007, a MSI deixou o clube, juntamente com seus principais jogadores - Tevez, Mascherano, Roger e Gustavo Nery. Pressionado, o presidente Alberto Dualib também deixou o cargo, que ocupava havia mais de uma década.[95] Ainda naquele ano seriam realizadas eleições para a escolha de um novo presidente, tendo sido eleito Andrés Sanchez, considerado um "ex-aliado" de Dualib por ter deixado o cargo que ocupava naquela administração e se tornado um opositor tanto do então presidente quanto de Joorabchian.[96] Com a saída do MSI, iniciou-se um período de instabilidade tido como "a pior crise" da história do time. Com uma péssima campanha nos Campeonatos Brasileiros de 2006 - onde aproximou-se do rebaixamento para a Série B[97] - e 2007 - marcado por um time deficiente e por jogos ruins em São Paulo, que, se tivessem resultado em vitória, representariam diferencial suficiente para afastar o rebaixamento, tal como ocorreu em 2006[98] - o Corinthians acabou rebaixado.[99]


Mano Menezes, técnico que comandou a equipe durante a conquista da Série B em 2008.
Aos gritos de e vaias da torcida do Grêmio, os atletas deixaram o gramado, após meses de aflição. Diretoria investigada pela polícia, renúncia do presidente, três técnicos e equipe inexperiente [vão] formar o saldo de 2007 para o clube de segunda maior torcida no país.
— Tatiana Ramil, Reuters[97]
Em 2008, o clube investiu em rentáveis projetos de marketing, reformulou a equipe de futebol e contratou o técnico Mano Menezes, que, em seu primeiro pronunciamento oficial à frente da equipe, declarou que "O retorno do Corinthians à Primeira Divisão é o maior projeto do futebol brasileiro no próximo ano".[100]. O time foi vice-campeão da Copa do Brasil[101][102] e campeão da Série B do Campeonato Brasileiro, que lhe garantiu a volta para a divisão principal do futebol do país.[103] No final daquele ano, a diretoria corintiana acertou a contratação de Ronaldo Fenômeno. No ano seguinte, o clube fez um grande primeiro semestre. Embalado por boas atuações de Ronaldo e de jogadores da base que havia disputado a Série B em 2008 - como Elias, Douglas, André Santos e Cristian -, o Corinthians sagrou-se campeão paulista invicto e da Copa do Brasil.
Em 2010, ano de seu centenário, a diretoria trouxe o lateral-esquerdo Roberto Carlos, principal reforço do clube na temporada. No entanto, o Corinthians não conquistou seu principal objetivo, a Copa Libertadores da América. Após fazer a melhor campanha na primeira fase, o time alvinegro foi eliminado pelo Flamengo nas oitavas-de-final. O time perdeu ainda o técnico Mano Menezes, convidado a dirigir a Seleção Brasileira, pelo resto da temporada. No Brasileirão, ficou na terceira colocação. Em 2011, sem investir em reforços de peso, o Corinthians foi eliminado logo na fase de pré-classificação para a Copa Libertadores.
Cores e Símbolos

Uniforme
Ver artigo principal: Evolução dos uniformes Sport Club Corinthians Paulista


A evolução do uniforme corinthiano, em 1910, camisa bege, shorts e meioas brancas. Em 1920, camisa branca, short preto e meias brancas, em 1954, o segundo uniforme na cor preta com finas listras brancas e calções pretos, que é o usado até os dias de hoje.
Oficialmente, a primeira camisa do Corinthians tinha a cor bege, em homenagem ao Corinthian. A camisa de 1910 tinha detalhes em preto nas mangas, barra e gola. Os calções eram brancos e feitos com sacos de farinha.[104] E após algumas lavagens, percebeu-se que o tecido bege perdia parte da cor, então se optou por adotar definitivamente o branco na camisa. Mas para o jornalista Celso Unzelte, pesquisador da história corintiana, seria muito improvável que o clube, na época pobre e pequeno, tivesse recursos financeiros para comprar uniformes que não fossem brancos. "No início, eram feitos com tecido reaproveitado de sacos de farinha." Alpem disso, na fotografia mais antiga do time, do Campeonato Paulista de 1913, os jogadores vestiam camisas e calções brancos.[105]
De qualquer forma, sabe-se que a partir de 1920 o Corinthians passou a jogar com camisa branca e calção preto, quando a diretoria conseguiu dinheiro para comprá-los. Desde então, tornaram-se o uniforme oficial.[104][106] A partir disso, surgiram as primeiras mudanças na camisa, como uma versão preta com listras brancas. O clube chegou a usar também uma toda preta e outra com uma faixa branca com o nome do clube, especialmente usada em clássicos contra São Paulo e Santos.[104]
No dia 22 de dezembro de 1946, pela primeira vez o atletlas do clube entraram em campo com camisas numeradas. Isso aconteceu no amistoso contra o River Plate de Di Stéfano, no Estádio do Pacaembu.[107] O atacante Baltazar foi o primeiro atleta a vestir a camisa 10 corintiana. Servílio ficou com a 9, enquanto Cláudio usou a 7. A partir do Campeonato Paulista de 1948, a Federação Paulista de Futebol obrigou todos os clubes participantes a usar números nas costas dos uniformes.[107]
Em 1949, o clube usou uma camisa grená em um amistoso contra a Portuguesa de Desportos, como uma forma de prestar homenagem ao elenco do Torino (Itália), que foi vitimado em um acidente de avião contra a Basílica de Superga, em Turim.[104][108] Vinte anos depois, a equipe teve de atuar Teve que vestir uma camisa improvisada, listrada de amarelo e preto, com gola vermelha e sem numeração, para poder enfrentar o Universitário, em Lima, já que o clube peruano também se vestia de branco.[104]
Antes, em 1965, o Timão vestiria a camisa azul da antiga CBD para representar a Seleção Brasileira em um amistoso contra o Arsenal (Inglaterra), em Londres.
A partir de 1995, o clube passou a investir em modelos alternativos como uniforme número três. Naquele ano, o estilista francês Ted Lapidus desenvolveu um uniforme para jogos internacionais: uma camisa era preta com muitos detalhes em branco. Quatro anos mais tarde, outro terceiro uniforme, agora na cor preta com detalhes em cinza e amarelo. Foi utilizado somente na derrota para o Independiente (Argentina), no Pacaembu, pela Copa Mercosul. No ano seguinte, o Corinthians jogou e venceu o Mundial de Clubes da FIFA com uma camisa diferente, que tinha laterais em preto. Apesar do sucesso no campo, acabou aposentada logo após o torneio.[104]
Em 2006, as listras brancas da segunda camisa foram trocadas por douradas para a Copa Libertadores. Dois anos depois, o departamento de marketing do clube decidiu criar um novo modelo, na cor roxa, em alusão ao fanatismo do torcedor corintiano. A camisa não foi muito utilizada em partidas oficiais, por causa de pressões das torcidas uniformizadas do clube, mas agradou aos demais torcedores e se tornou um sucesso de vendas. Desde então, o roxo apareceu em mais duas edições.[104]
No final de Agosto de 2010, o Corinthians lança no Parque São Jorge a camisa em comemoração ao centenário do clube, que será usada como uniforme titular nas partidas em casa até o final do Campeonato Brasileiro. A camisa remete ao primeiro uniforme utilizado pelo Corinthians em 1910, com a cor bege e no escudo as lestras "CP", fazendo referencia ao primeiro escudo utilizado pelo clube.[109]
Temporada 2011
Uniforme principal (2011): Camisa branca, calção preto e meias brancas;
Uniforme de visitante (2011): Camisa preta com listras brancas, calção branco e meias pretas;
Terceiro Uniforme (2011): Camisa branca com listras bege, calção preto e meias pretas com detalhe em bege;



Titular



2º Uniforme



3º Uniforme
Uniformes de goleiro
Uniforme Azul com detalhes pretos.
Uniforme Preto com detalhes brancos.
Uniforme Cinza com detalhes pretos.
Uniforme Amarelo com detalhes pretos.
Uniforme Preto com detalhes cinzas.



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Uniformes de treino
Camisa branca, calção e meias pretas;
Camisa cinza, calção e meias pretas;
Camisa preta, calção e meias pretas;
Camisa cinza, calção e meias cinzas.



1



2



3



4
Escudo


O primeiro emblema utilizado pelo Corinthians em 1910.
Ao contrário da camisa, o escudo do Corinthians passou por várias alterações ao longo dos anos. Enquanto o Corinthians disputava apenas amistosos e torneios de futebol de várzea, a camisa não tinha distintivo. O primeiro foi criado às pressas para o jogo contra o Minas Gerais, válido pela eliminatória para a Liga Paulista de Foot-Ball de 1913, e levava apenas as letras "C" e "P" (de Corinthians e Paulista) enlaçadas.[110] Esse escudo seria usado até o ano seguinte, quando Hermógenes Barbuy, litógrafo e irmão do jogador Amilcar, criou o primeiro escudo oficial, elaborando uma moldura para as letras e acrescentou o "S" (de Sport), que estreou no amistoso contra o Torino (Itália), em São Paulo.[33]
Pouco tempo depois, a moldura ficar maior e, a partir de 1919, o distintivo começava a ganhar o formato atual, com a bandeira do Estado de São Paulo ao centro. Em 1937, o presidente Getúlio Vargas baixou o Estado Novo e fez uma cerimônia pública com a queima das bandeiras de todos os Estados da federação, pois queria governo forte e centralizado. A bandeira paulista só sobreviveu dentro do escudo do Corinthians. Após a queda do regime, uso de símbolos regionais foi liberado.[110]


Bandeira do Estado de São Paulo, presente no escudo Corintiano.
Em 1939, o escudo ganhou uma corda que rodeia o círculo, mais os dois remos e a âncora, em alusão ao sucesso do clube nos esportes náuticos. O desenho foi criado pelo pintor modernista Francisco Rebolo, que foi jogador do segundo quadro do Corinthians na década de 1920. Depois disso, o símbolo corintiano passou por pequenas alterações ao longo do tempo, como na bandeira e na moldura.[110]
Em 1990, foi adicionada a primeira estrela em referência ao primeiro título brasileiro. O mesmo foi feito com as conquistas de 1998, 1999 e 2005, além de uma estrela maior e que fica acima das demais, em homenagem à conquista do Mundial da FIFA de 2000.[7]
O mosqueteiro e São Jorge
O Corinthians adotou o "mosqueteiro" como seu mascote. Há duas versões sobre a origem do mascote corintiano.[110][111] A primeira seria por conta do clube ter pleiteado uma vaga na Liga Paulista de Futebol em 1913, da qual apenas participavam Americano, Germânia e Internacional - como os personagens Athos, Porthos e Aramis, do romance "Os Três Mosqueteiros", escrito pelo francês Alexandre Dumas, em 1844.[110] Como havia outros pretendentes à vaga, o Corinthians teve de disputar uma seletiva contra o Minas Gerais (do Brás) e o FC São Paulo (do Bixiga), outros dois grandes da várzea paulistana. Após ter vencido as duas equipes, o Corinthians garantiu o direito de disputar a Divisão Especial da Liga, ganhando da imprensa o apelido de D'Artagnan, o quarto mosqueteiro.[110][111]
Uma segunda versão para a utilização do "mosqueteiro" como mascote corintiano surgiu em 1929, quando o Corinthians venceu o Barracas (Argentina), por 3 a 1.[111] Foi a primeira vitória do clube paulista em partidas internacionais e que ganhou destaque nas páginas do jornal "A Gazeta", com o título dado pelo jornalista Thomaz Mazzoni: "O Corinthians venceu com "fibra de mosqueteiro"". Esta versão é adotada oficialmente pelo clube e pelos historiadores, como Celso Unzelte.[110]
Além do mascote, o Corinthians tem bastante apego a São Jorge. Depois de comprar o campo do Parque São Jorge, em 1926, o Corinthians adotou o santo como seu padroeiro. O clube construiu uma capela em homenagem a São Jorge dentro de sua sede social.[22]
Patrocinadores
Ver artigo principal: Anexo:Patrocinadores e fornecedores de material esportivo do Sport Club Corinthians Paulista
A partir da década de 1980, a publicidade estava liberada nas camisas de futebol, mas o Corinthians não conseguia encontrar patrocinadores. Era o período da Democracia Corintiana, e a camisa estampou nas costas a frase "Dia 15, vote!", embalado pelas eleições diretas para governador em 1982.[104] Naquele mesmo ano, a empresa de material esportivo Topper exibia o seu logo no lado direito da camisa e, na final do Campeonato Paulista, contra o São Paulo, exibiu nas costas - como exigia a legislação da época - o patrocínio da Bombril. Em 1983, a Cofap foi a primeira marca a ocupar também a frente da camisa, a partir do Campeonato Paulista. Em 1984, para renovar o contrato do ídolo Sócrates, o clube contou com ajuda de uma empresa Corona, que assim conseguiu mantê-lo, mas, em troca, pintou um chuveiro na parte frontal da camisa.[104] A partir de 1985, passou a ser patrocinado pela Kalunga, em acordo que perdurou até 1994. Desde então, o clube mudou de patrocínio constantemente. Atualmente, o clube mantém um contrato com o "Grupo Hypermarcas", além de ter vendido outros espaços da camisa para outras empresas.
Material Esportivo
Período Fornecedor
1982-1989 Topper
1990-1994 Finta
1995-1998 Penalty
1999-2002 Topper
2003-Atualmente Nike
Patrocinador
Período Patrocinador Principal
1983 Cofap
1984 Bic
1984 Corona
1985-1994 Kalunga
1995-1996 Suvinil
1997-1998 Excel
1998 Embratel
1999-2000 Batavo
2000-2004 Pepsi
2005-2007 Samsung
2008 Medial Saúde
2009 Visa
2009 Batavo
2010-Atualmente Neo Química
Estádios

Primeiros campos
O primeiro campo do Corinthians ficava no bairro do Bom Retiro, onde o clube foi fundado, em 1910. Mais precisamente na antiga Rua dos Imigrantes, atual Rua José Paulino. Não era, na verdade, um estádio, mas um terreno baldio que pertencia a um vendedor de lenha.[112] Foi apelido de "Campo do Lenheiro".[113] Era a época da várzea e os próprios jogadores tinham de limpar e aplanar o gramado.[112]
Em janeiro de 1918, o Corinthians inaugurou seu primeiro estádio, na Ponte Grande (atual Ponte das Bandeiras), às margens do Rio Tietê.[112] O terreno foi arrendado da prefeitura por influência do intelectual Antônio de Alcântara Machado, um dos primeiros a se aproximar do clube dos operários. Ficava ao lado do Campo da Floresta, da AA das Palmeiras (o maior da cidade até então) e fora construído pelos próprios jogadores e torcedores, em sistema de mutirão.[112] O Corinthians permaneceu mandando seus jogos ali até 1927. Lá fez 108 jogos, com 83 vitórias, 43 empates e 12 derrotas. Fez 391 gols e levou 111 gols.[114]
Fazendinha
Ver artigo principal: Estádio Alfredo Schürig


Estádio Alfredo Schürig, localizado na sede social do clube
Em 1926, o clube comprou o campo do Parque São Jorge, localizado dentro no Tatuapé. O Parque São Jorge pertencia ao Sírio, um rival nas disputas futebolísticas da época. Após a compra, o então presidente corintiano Ernesto Cassano resolveu reformar o estádio, com ajuda financeira dos sócios.[22] Enquanto eram realizadas as reformas, o Corinthians seguia mandando suas partidas no campo da Ponte Grande. Assim que cessaram as reformas no Parque São Jorge, em 1928, o campo da Ponte Grande foi doado ao São Bento.[22] O reformado Parque São Jorge, ainda sem ter iluminação, foi inaugurado em 22 de julho, em um amistoso contra o América carioca.[23]
O terreno original comprado junto ao Sírio incluía uma fazenda - daí o apelido de "Fazendinha", utilizado até hoje. Foi a partir deste local que o Corinthians começou a se desenvolver e pôde contruir até sua sede social.[22]
No Estádio Alfredo Schürig, nome oficial da "Fazendinha", o clube jogou somente em 468 oportunidades, com 346 vitórias, 60 empates e 62 derrotas. Foram 1.312 gols marcados pelo Timão e 480 sofridos. A última partida disputada lá foi um amistoso contra Brasiliense, em 3 de agosto de 2002.[114] Atualmente, o Parque São Jorge é usado para treinamentos e jogos de categorias menores. A diretoria tem a ideia de reformá-lo, mas os planos não saem nunca do papel.[22]
Pacaembu
Ver artigo principal: Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho


O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (vista interna).
Com o crescimento do número de torcedores, o Corinthians passou a atuar em estádios maiores. E em especial, o clube consolidou uma relação com o Estádio Paulo Machado de Carvalho, que pertence ao município de São Paulo e é mais conhecido como Estádio do Pacaembu.[24]
Cerca de 50 mil torcedores estiveram presentes na inauguração do estádio em 28 de abril de 1940. A preliminar foi disputada entre Palestra Itália e Coritiba. Em seguida, o jogo de fundo entre Corinthians, então atual tricampeão paulista, e Atlético Mineiro, vencida pelos corintianos por 4 a 2.[24]
O Pacaembu foi inaugurado como o maior estádio da América Latina, com capacidade para 70 mil pessoas.[24] Em 1942, pouco mais de 70 mil pessoas foram ao estádio para assistir à partida entre Corinthians e São Paulo, em especial pelo atacante Leônidas da Silva, ídolo são-paulino e considerado o melhor jogador brasileiro em sua época.[115] O jogo acabou empatado em 3 a 3 e o público daquele jogo jamais foi batido no estádio. Atualmente, o Pacaembu tem capacidade para receber até 40 mil espectadores.[116]
Estádio em Itaquera
Ver artigo principal: Novo estádio do Sport Club Corinthians Paulista
Sempre houve muitos projetos,[117] mas nunca foram levados à frente.[118]. Em 27 de agosto de 2010 foi anunciada a contrução de um novo estádio pela construtora Odebrecht com capacidade prevista de 48.000 pessoas e um valor estimado de R$ 350 milhões.[119] Ainda no mês de agosto de 2010, a CBF e o Governo de São Paulo anunciaram o estádio como a sede paulista para a Copa do Mundo de 2014 e possível palco da abertura do mesmo.[120] Porém, para que possa ser sede da abertura, a capacidade do estádio deve ser ampliada para cerca de 65.000 assentos, já que esta é a capacidade mínima para a abertura de uma Copa do Mundo, conforme exigência da FIFA.[121]
Torcida

Ver página anexa: Maiores torcidas de futebol do Brasil


Torcida do Corinthians no Pacaembu.
A torcida do Corinthians é chamada carinhosamente de "Fiel". Um dos momentos mais marcantes protagonizados por seus torcedores ocorreu em 1976, na semifinal do Campeonato Brasileiro daquele ano, quando dezenas de milhares de corintianos foram ao Rio de Janeiro para assistir ao jogo no Estádio do Maracanã. O acontecimento ficou registrado na história como a "Invasão Corintiana".[122] Este também foi o maior público registrado em uma partida envolvendo o alvinegro no maior estádio do Brasil.[123]
O maior público do Estádio do Morumbi foi registrado em uma partida do Corinthians. Foi no dia 13 de outubro [124] de 1977, onde pouco mais de 146 mil pessoas assistiram ao jogo entre Corinthians e Ponte Preta, a segunda partida das finais do Campeonato Paulista daquele ano.[125] Pelo Campeonato Brasileiro, o maior público no estádio também é corintiano e a marca foi estabelecida em 6 de maio de 1984, no duelo entre Corinthians e Flamengo, válido pelas quartas-de-final da competição.[126]
No Pacaembu, o Corinthians reina soberano com nove dos dez maiores públicos da história do estádio.[127] O recorde de público no Pacaembu foi o clássico entre Corinthians e São Paulo, em 1942, que teve mais de 70 mil espectadores.[115]
Número de torcedores


"Bando de Loucos", um dos apelidos da torcida corinthiana.(Imagem: Alessandra A.)
De acordo com uma série de Institutos de pesquisas, como Ibope e Datafolha, além da Revista Placar, o Timão possui a segunda maior torcida do Brasil com cerca de 25 milhões de torcedores espalhados pelo país - somente atrás nacionalmente do carioca Flamengo.[26][27] Quase 15 milhões de seus torcedores estão concentrados no Estado de São Paulo, onde o time do Parque São Jorge supera o número de torcedores somados de São Paulo e Palmeiras - os seus dois maiores rivais.[29]
Outros 10 milhões de "fieis" estão espalhados pelo resto do Brasil. Os corintianos lideram na região Sudeste do Brasil.[128] Em Minas Gerais, o "Timão" tem mais de um milhão de torcedores e é a quarta maior torcida nesse Estado - atrás somente de Cruzeiro, Atlético-MG e Flamengo.[17] No Sul do país, os corintianos só ficam atrás das torcidas de Grêmio e Internacional.[129] Só no Paraná, estado no qual o Corinthians é o time mais popular, são mais de 1,8 milhões de alvinegros.[130][131]


Torcida Organizada do Corinthians em Florianópolis, Santa Catarina.(Imagem: Alessandra A.)
Fora das regiões Sul/Sudeste, o Corinthians consolida-se como segundo time mais popular do país.[129] Na soma das regiões Centro-Oeste e Norte, os corintianos também ficam com o segundo posto de torcida mais popular.[129] O mesmo acontece no Nordeste brasileiro.[129] Os corintianos têm forte presença de torcedores em Estados como Pernambuco (segundo pesquisa Ibope/2010, são quase 700 mil torcedores, que só perdem para os três times locais: Sport Recife, Santa Cruz e Náutico; já o DataFolha coloca como a segunda maior torcida do Estado),[132][133] Ceará, com mais de 500 mil torcedores e atrás de Fortaleza, Ceará e Flamengo.[134][135] e Bahia, com mais de um milhão de torcedores, que só perdem para Bahia, Vitória e Flamengo.[17]
Sócio-torcedor
Lançado em fevereiro de 2008, o programa de sócios-torcedores do Timão - chamado de "Fiel Torcedor" - ultrapassou os 70 mil membros em agosto de 2010.[136] O plano prevê, por exemplo, descontos na aquisição de ingressos para jogos em que o Corinthians for mandante.
Torcidas organizadas


Torcidas organizadas proporcionam um espetáculo à parte nos estádios, levando faixas, bandeiras e sinalizadores.
O Corinthians tem como principais Torcidas Organizadas a Gaviões da Fiel, a Camisa 12, a Pavilhão 9 e a Estopim da Fiel.
Fundada em 1969, a Gaviões da Fiel é a maior delas e possui mais de 90 mil sócios.[137] Gaviões e Camisa 12 têm rivalidade história, pois a segunda nasceu de uma divisão entre diretores da primeira, dois anos depois da fundação da Gaviões.[138] Hoje, existe uma divisão por razões políticas dentro da própria Gaviões da Fiel.
Em jogos do clube como mandante, as quatro maiores torcidas corintianas cantam geralmente suas próprias músicas. Mais numerosa organizada, as letras cantadas pelos integrantes da Gaviões da Fiel sobressaem-se sobre as demais torcidas uniformizadas corintianas e constumam ser acompanhadas pelos outros torcedores, normalmente não-vinculados a qualquer facção, espalhados pelo estádio.[138]
Fora do estádio, as organizadas têm participando efetivamente da vida político-administrativa do Corinthians. Um dos casos mais notórios desta participação ocorreu na queda de Alberto Dualib, na década de 2000, que estava há mais de 15 anos no poder corintiano.[123]
Rivalidades históricas
Derby Paulista
Ver artigo principal: Derby Paulista


Partida entre Palestra Itália e Corinthians realizada no Estádio Palestra Itália nos Anos 20
Corinthians e Palmeiras (antigo Palestra Itália) mantêm uma das mais antigas rivalidades do futebol brasileiro.[139] O clássico entre os clubes é conhecido como "Derby Paulista". O termo foi criado pelo jornalista Thomaz Mazzoni, de A Gazeta Esportiva, por ser um jogo difícil de apontar o vencedor, como eram as corridas de cavalo disputadas em Epsom (no Reino Unido), chamada de "Derby". O primeiro confronto entre Palestra Itália (o nome Sociedade Esportiva Palmeiras só foi adotado em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial) e Corinthians, aconteceu 6 de maio de 1917, houve vitória palestrina por 3 a 0. Já a primeira vitória do Corinthians aconteceu na sexta partida entre os dois times, disputada em 3 de maio de 1919. Os corintianos venceram por 3 a 0 no estádio da Floresta, com gols de Américo, Garcia e Roverso.[140] Há de se destacar a maior goleada no derby aconteceu em 12 de novembro de 1933, onde o Palestra Itália venceu por 8 a 0 o Corinthians em partida válida simultaneamente pelo Campeonato Paulista e pelo Torneio Rio-São Paulo daquele ano. A maior derrota sofrida pelo Corinthians em toda a sua história. O Palmeiras é o adversário que mais enfrentou o Corinthians, assim como o Corinthians é o time que mais enfrentou o Palmeiras. Entre estes confrontos, algumas decisões de estaduais como o Campeonato Paulista, regionais como o Torneio Rio-São Paulo e nacionais como o Campeonato Brasileiro, além de duelos decisivos na Taça Libertadores da América. Segundo a rede norte-americana CNN, é o nono clássico de maior rivalidade no mundo,[141] enquanto a revista Trivela classificou-o como segundo maior do Brasil.[142]
Majestoso
Ver artigo principal: Majestoso
Outra grande rivalidade no futebol paulista é o clássico entre Corinthians e São Paulo Futebol Clube. O duelo é conhecido como "Majestoso", alcunha também dada pelo jornalista Thomaz Mazzoni. O primeiro jogo entre as duas equipes (na época, os são-paulinos eram o São Paulo da Floresta) ocorreu no Estádio Alfredo Schürig (Fazendinha), em 25 de maio de 1930, e acabou vencido pelos corintianos pelo placar de 2 a 1. Como São Paulo Futebol Clube, a primeira partida ocorreu em 1936, também na Fazendinha e com nova vitória corintiana, desta vez por 3 a 1 (três gols de Teleco). Contra o São Paulo, o Corinthians decidiu vários estaduais, além da final do Campeonato Brasileiro de 1990 e o Torneio Rio-São Paulo de 2002.
Clássico Alvinegro
Ver artigo principal: Clássico Alvinegro
O clássico mais antigo do futebol paulista é o jogo entre Corinthians e Santos, chamado de "Clássico Alvinegro" em referência às cores dos dois clubes. O primeiro duelo entre as equipes aconteceu em 22 de junho de 1913, no Parque São Jorge (que à época não pertencia aos corintianos, e acabou em 6 a 3 para o time do litoral. A primeira vitória corintiana veio no quarto confronto, em 26 de agosto de 1917, por 3 a 0, no Estádio da Vila Belmiro. Em decisões de campeonato, os dois alvinegros mediram forças algumas vezes pelo Campeonato Paulista e uma vez pelo Campeonato Brasileiro, de 2002.
Futebol profissional

Ver página anexa: Anexo:Relação de futebolistas do Sport Club Corinthians Paulista por ano


Marcelinho Carioca, ídolo do passado, foi o embaixador do centenário corintiano.
Em sua história, o Corinthians sempre teve grandes jogadores no futebol, entre eles estão os brasileiros: Idário (revelado nas categorias de base do Corinthians), Biro-Biro (foi um dos maiores jogadores da década de 80), Neto (o xodó da fiel, conquistou o primeiro Campeonato Brasileiro do clube), Casagrande (revelado nas categorias de base do clube), Sócrates (um dos idealizadores da democracia corintiana), Vampeta (conquistou títulos como Campeonato Brasileiro 1998 e 1999, Campeonato Paulista 1999 e 2003, Mundial de Clubes 2000, Torneio Rio-São Paulo 2002 e Copa do Brasil 2002), Marcelinho Carioca (conquistou inúmeros títulos pelo Corinthians, um dos maiores jogadores da história do clube), Ronaldo (Campeonato Paulista 2009 e Copa do Brasil 2009) entre outros. Dentre os jogadores internacionais que mais se destacaram na história do Corinthians estão: Gamarra Campeonato Brasileiro 1998 e Campeonato Paulista 1999), Rincón (Campeonato Brasileiro 1998 e 1999, Campeonato Paulista 1999 e Campeão Mundial 2000) e Carlitos Tevez (Campeonato Brasileiro 2005). Alguns treinadores se destacaram no Corinthians, como Carlos Alberto Parreira (deixou o comando do time para assumir a Seleção Brasileira em 2002, conquistou o último Torneio Rio-São Paulo e também a Copa do Brasil) e Mano Menezes (conquistou o Campeonato Brasileiro série B 2008, Campeonato Paulista 2009 e a Copa do Brasil 2009, deixou o comando do time em 2010 para comandar a seleção brasileira).
Elenco atual
Listagem oficial do clube até o momento. Não são listados jogadores que não foram inscritos em competições oficiais.[143]
Atualizado em 5 de março de 2011.
Legenda
: Capitão
: Jogador contundido
: Seleção brasileira

Goleiros
Nº Jogador
- Júlio César ³
- Rafael Santos
- Danilo Fernandes
Defensores
Nº Jogador Pos.
- Chicão Z
- Leandro Castán Z
- Wallace Z
- Diego Sacoman Z
- André Vinícius Z
- Paulo André Z
- Alessandro ² LD
- Moacir LD
- Marcelo Oliveira LE
- Fábio Santos LE
Meio-campistas
Nº Jogador Pos.
- Ralf V
- Paulinho V
- Moradei V
- Nenê Bonilha V
- Bruno César M
- Luis Ramirez M
- Danilo M
- Morais M
- Alex M
Atacantes
Nº Jogador
- Dentinho
- Willian
- Edno
- Jorge Henrique
9 Liédson
- Taubaté
10 Adriano
Comissão técnica
Nome Pos.
Tite T
Transferências em 2011
Legenda
: Jogadores que voltam de empréstimo
: Jogadores emprestados
Chegadas
Pos. Jogador Clube anterior
M Morais Bahia
M Éverton Ribeiro São Caetano
A Edno Botafogo
LE Marcelo Oliveira Grêmio Prudente
Z Wallace Vitória
Z Diego Sacoman Ceará
A Willian Figueirense
M Luis Ramirez Universitario[144]
LE Fábio Santos Grêmio
A Liédson Sporting
V Nenê Bonilha Paulista
A Adriano Roma
M Alex Spartak Moscou[145]
Saídas
Pos. Jogador Clube de destino
M Elias Atlético de Madrid
Z William Aposentado
A Souza Bahia
V Boquita Bahia
LE Dodô Bahia
A Iarley Ceará
M Eduardo Ramos Náutico
A Otacílio Neto Noroeste
Z Thiago Heleno Palmeiras
Z Renato Figueirense
M Defederico Independiente
V Edu Gaspar Aposentado
G Bobadilla Olimpia
LE Roberto Carlos Anji Makhachkala
A Ronaldo Aposentado
V Jucilei Anji Makhachkala
M Éverton Ribeiro Coritiba


Jogadores históricos
Grandes jogadores que atuaram pelo Corinthians e se tornaram ídolo da fiel torcida:[146][147]
Goleiros
Dida
Gilmar
Ronaldo
Tobias
Tuffy
Defensores
Grané
Idário
Oreco
Zé Maria
Wladimir
Del Debbio
Ditão
Domingos da Guia
Gamarra
Jaú
Henrique
Meio-campistas
Rivelino
Biro-Biro
Brandão
Rincón
Vampeta
Basílio
Carbone
Luizinho
Marcelinho Carioca
Neto
Roberto Belangero
Sócrates
Ricardinho
Servílio
Atacantes
Amílcar
Baltazar
Casagrande
Cláudio
Edílson
Flávio
Neco
Palhinha
Ronaldo Fenômeno
Servílio
Teleco
Carlitos Tevez
Viola
Luizão
Dinei
Garrincha
Treinadores destaque
Oswaldo Brandão (Campeão do Torneio Rio-São Paulo 1953, 1954 e 1966 e Campeão Paulista 1954 e 1977
Mano Menezes (Campeonato Brasileiro Série B: 2008, Campeonato Paulista: 2009 (Invicto) e Copa do Brasil: 2009
Maiores Atilheiros
Jogadores que mais marcaram com a camisa do Corinthians.[148]
Cláudio (1945-1957) 305 gols
Baltazar (1945–1957) 267 gols
Teleco| (1934-1944) 255 gols
Neco (1914-1930) 235 gols
Marcelinho Carioca (1994–1997, 1998-2001) 206 gols
Servílio (1939-1949) 201 gols
Luizinho (1948-1962, 1964-1967) 175 gols
Sócrates (1978-1984) 172 gols
Flávio (1965-1969) 170 gols
Paulo (1954-1959) 146 gols
Maior número de partidas
Jogadores que mais vezes atuaram com a camisa do Corinthians[149]
Wladimir (1945-1957) 805 jogos
Luizinho (1948-1962, 1964-1967) 604 jogos
Ronaldo (1987-1998) 602 jogos
Zé Maria (1914-1930) 599 jogos
Biro-Biro (1978–1989) 589 jogos
Vaguinho (1971-1979) 551 jogos
Cláudio (1945-1957) 549 gols
Olavo (1952-1961) 506 Jogos
Rivellino (1965-1974) 473 jogos
Idário (1949-1959) 468 jogos
Departamento de Futebol Profissional

Atualizado em 31 de Março de 2011.:[150]
Dirigentes de Futebol
Diretor: Roberto de Andrade
Diretor Adjunto: Duilio Monteiro Alves
Gerente: Edu Gaspar
Supervisor: Saulo Magalhães
Equipe Técnica 2010/11
Treinador: Tite
Auxiliar Técnico: Cleber Xavier, Geraldo Delamore e Fábio Carille
Preparador Físico: Eduardo Silva
Auxiliar de Preparação Física: Artur Inácio Ruschel e Shih Chien Chan Junior
Treinador de Goleiros: Mauri Costa Lima
Consultor Médico: Dr. Joaquim Grava
Médico: Dr. Julio Stancati e Dr. Ricardo Galotti
Fisioterapeuta: Bruno Mazziotti, José Alberto, Paulo Rogério e Caio Maurício
Consultor de Fisiologia: Antônio Carlos Gomes
Fisiologista: Guilherme Rodrigues e Antonio Carlos Fedato Filho
Nutricionista: Christine Fernanda Machado Neves
Diretoria

Atualizado em 31 de Março de 2011.:[151]
Dirigentes
Presidente: Andrés Sanchez
1º Vice-Presidente: Roberto de Andrade Souza
2º Vice-Presidente: Manoel Felix Cintra Neto
Diretor de Futebol Profissional: Roberto de Andrade Souza
Diretor de Finanças: Raul Corrêa da Silva
Diretor de Patrimônio e Obras: Jorge Alberto Aun
Diretor de Esportes Terrestres: Fausto Bittar Filho
Diretor Administrativo: André Luiz de Olivera
Diretor de Futebol Amador: Fernando Alba Braghiroli
Diretor de Negócios Jurídicos: Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga
Diretor de Esportes Aquáticos: Oldano Gonçalves de Carvalho
Diretor do Departamento Social: Waldir Rozante
Diretor de Marketing: Luis Paulo Rosenberg
Diretor Cultural : Duilio Noccioli Monteiro Alves
Secretário Geral : Elie Werdo
Assessor - Presidência: Jacinto Antonio Ribeiro
Assessor - Presidência: Manoel Ramos Evangelista
Títulos no futebol

Ver página anexa: Títulos do Sport Club Corinthians Paulista
Ver página anexa: Títulos individuais de futebolistas pelo Sport Club Corinthians Paulista


Presidente Lula recepciona a equipe do Corinthians, campeã da Copa do Brasil de 2009.


Taça do Campeonato Paulista 2009.(Imagem: Alessandra A.)
Mundiais
Mundial de Clubes da FIFA: 1
(2000)
Nacionais
Campeonato Brasileiro: 4
(1990, 1998, 1999 e 2005)
Copa do Brasil: 3
(1995, 2002 e 2009)
Supercopa do Brasil: 1
(1991)
Campeonato Brasileiro - Série B: 1
(2008)
Regionais
x Torneio Rio-São Paulo: 5
(1950, 1953, 1954, 1966 e 2002)
Estaduais
Campeonato Paulista: 26
(1914, 1916, 1922, 1923, 1924, 1928, 1929, 1930, 1937, 1938, 1939, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003 e 2009)
Campeão Invicto
Títulos individuais
Ver artigo principal: Anexo:Títulos individuais de futebolistas pelo Sport Club Corinthians Paulista
Estatísticas

Ver página anexa: Estatísticas do Sport Club Corinthians Paulista
Últimas dez temporadas
Para vizualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Sport Club Corinthians Paulista
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Libertadores da América Copa Sul-Americana Campeonato Paulista
— Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Pos.
2002 A 2º 31 15 7 9 50 46 Campeão — — 3º
2003 A 15º 46 15 12 19 61 63 — Oitavas-de-Final 1ª Fase 1º
2004 A 5º 46 20 14 12 53 53 Quartas-de-Final — — 16º
2005 A 1º 42 24 9 9 87 59 Oitavas-de-Final — Quartas-de-Final 2º
2006 A 9º 38 15 8 15 41 46 — Oitavas-de-Final Oitavas-de-Final 6º
2007 A 17º 38 10 14 14 40 50 Oitavas-de-Final — 1ª Fase 9º
2008 B 1º 38 25 10 3 79 29 Final — — 5º
2009 A 10º 38 14 10 14 50 54 Campeão — — 1º
2010 A 3º 38 19 11 8 65 41 — Oitavas-de-Final — 5º
2011 1ª Fase 2º


Legenda:
Campeão
Vice-campeão
Classificado à Copa Libertadores da América
Classificado à Copa Sul-Americana
Rebaixado à Série B
Acesso à Série A
O Corinthians na cultura popular



Longametragem "Fiel" nas prateleiras da loja "Poderoso Timão".
A importância do Corinthians faz-se presente também em registros culturais no cinema, na música e na literatura.
No cinema, Amácio Mazzaropi homenageou o fiel torcedor com o filme "O Corintiano", de 1966. No século XXI, houve lançamento de documentários importantes sobre o clube. Em 2009 foram lançados "Fiel", documentário que retrata a queda e a ascensão do clube, da Série B para a Série A do Campeonato Brasileiro, sob a ótica de seus torcedores,[152][153] e "23 anos em 7 segundos – O fim do jejum corinthiano", documentário que reconstrói o fim dos 23 anos de jejum de títulos importantes do alvinegro.[154][155] Em 2010, ano do centenário do clube, foi lançado "Todo Poderoso: o Filme — 100 Anos de Timão", um documentário com farto material sobre a história do Corinthians.[156][157]
Há dezenas de canções que homenageiam o Corinthians como: "Corintiá" de Gilberto Gil, "Amor Branco e Preto" de Rita Lee e Arnaldo Baptista, "Bandeira do Timão" de Elzo Augusto, conhecida pela voz de Germano Mathias, "Gol de Baltazar" pela voz de Elza Laranjeira, "Corinthians do Meu Coração" de Toquinho, "Moda do Corintiano" de Rolando Boldrin, "Corintía, Meu Amor é o Timão" de Adoniran Barbosa e Juvenal Fernandes, "Joga Corinthians" de Jorge Ben, conhecida pela voz de Wilson Simonal, "Quebra de Tabu" Tião Carreiro e Pardinho, "Melô do Corinthians" de Ndee Naldinho, "Corinthians, Campeão do Centenário" na voz de Jamelão, "Samba do Corinthians" e "Transplante Corintiano" ambas de Sílvio Santos, "Meus 20 anos Ai, Corinthians!" de Paulinho Nogueira, de "O Corinthians dando olé" de Caju & Castanha, "Corintiano" de Oswaldinho do Acordeon, "Corinthians e Palmeiras" nas vozes de Lourenço e Lourival, "O Grito da Fiel" na voz de Márcio José, "Nação Corinthiana", de Carlinhos Vergueiro, "Festa Corintiana" de Simone Guimarães e Sócrates, "Garra Corintiana" de Branca di Neve, "IV Centenário" de Alfredo Borba, conhecida na voz de Orlando Ribeiro, "Sou Corinthians" de Rappin Hood e Negra Li.
Há ainda uma série de livros sobre o clube, entre os quais, "Corinthians: É Preto no Branco" de Washington Olivetto e Nirlando Beirão,[158] "Corinthians: Paixão e Glória" (de Juca Kfouri, "Corinthians - 100 Anos de Paixão" de Marco Piovan e Newton Cesar, "Corinthians : o Time da Fiel" de Orlando Duarte e João Bosco Tureta, "Timão 100 Anos" e "Os Dez Mais do Corinthians" ambos de Celso Unzelte.
Outras modalidades esportivas

Ver artigo principal: Anexo:Títulos do Sport Club Corinthians Paulista


Equipe do Corinthians Steamrollers.
Além do futebol, o Corinthians possuiu ao longo de sua história equipes em várias modalidades desportivas. O primeiro título da história do clube não veio do futebol, mas sim do pedestrianismo. Batista Boni, João Collina e André Lepre venceram o troféu Unione Vigiatore Italiani (União dos Viajantes Italianos), oferecida pela colônia italiana no Brasil, em uma corrida de revezamento de dez quilômetros no Palestra Itália. A competição foi vencida pela equipe formada pelos corintianos Batista Boni, João Collina e André Lepre.[159] O Corinthians possui também, uma equipe de Futebol Americano chamada Corinthians Steamrollers.
Remo
No ano de 1933, sob presidência de Alfredo Schurig, o remo foi implatado oficialmente no Sport Club Corinthians Paulista. Na ocasião, o escudo do clube sofreu alterações, com o acréscimo de um par de rêmos e a âncora, que aparece no distintivo até hoje. O clube adquiriu 10 barcos de classe usados, do Clube Esperia, e deu um início a uma brilhante campanha com inúmeras vitórias e conquistas.
Em 1972, foi inaugurado a Raia Olimpica da Cidade Universitária, o clube criou seu segundo pólo para desenvolver essa modalidade esportiva, aproveitando a nova estrutura com sua extensa área para treinamento aeróbico e barco escola. A compra de remergomêtros, aparelhos destinados na preparação física e tomada de tempo pra competições nacionais e internacionais, de 11 barcos e 56 remos de fibra de carbono da Argentina e Estados Unidos, aumentou a chance competitiva do esporte alvinegro. Atualmente a frota de barcos é de 60 unidades, além da lancha para treinamentos.
Em 2008 o Clube concluiu as obras de pintura do departamento de remo. A festa de 75 anos do departamento reuniu atletas e ex-atletas, em uma homenagem feita pelo clube. O remo é um dos esportes mais tradicionais do Corinthians..[160]
Títulos
Troféu Bandeirantes: 1967, 1976, 1977, 1980, 1981, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000 e 2001.


Oscar foi jogador de basquete do Corinthians na década de 1990.
Basquete
Em 1928, logo após a inauguração do Parque São Jorge, iniciou-se o basquete no clube. Na época, ainda conhecido como "bola ao cesto", o basquete corinthiano já tinha força no cenário nacional. A primeira partida foi contra o América do Rio de Janeiro, partida que o Corinthians venceu por 16 a 2, resultado do primeiro, pois o jogo acabou por ai, a equipe carioca, desanimada com o resultado decidiu não retornar para o segundo tempo. Alguns jogadors foram Vailatti, Toni I, Capella, Catelli, Bambista, Chumbão e Cavalheiro.
O primeiro título paulista veio em 1936. O clube só voltou a conquistar novamente em 1947 e 1948, e o octacampeonato da cidade de São Paulo entre 1950 e 1957.
As maiores glórias porém, foram obtidas a partir de 1965, com o título do Campeonato Sul-Americano e da Taça Brasil, a equipe foi considerada uma das melhores do mundo. O mesmo grupo foi vice-campeão do primeiro Mundial Interclubes de 1966, disputado na Espanha, perdendo na final para a equipe italiana do Ignis Varese. No mesmo ano foi bicampeão sul-americano, conquistando o campeonato dentro do ginásio do Parque São Jorge, e venceu o Campeonato Metropolitano, contra o Palmeiras. As atividades foram retomadas nos anos 1980, após um período de transição no departamento. Em 1982 venceu o campeonato Paulista da Pimeira Dvisão e em 1983 campeão paulista da Divisão Principal.
Ainda na década de 1980, grandes jogadores de nível internacional atuaram pelo clube, como Gérson, Griça, Guy e o argentino Camissassa. Em 1985 o clube conquista mais um Paulista.
Em 1995, após interrupções, o clube voltou com parceria da empresa Multi Sports, bancando um elenco de estrelas, como Oscar Schmidt, Fernando Minucci e Fantinha, os armadores Júnior e o porto-riquenho James Carter, e os pivôs Edu, Joel e o norte-americano Richt Mclver, o treinador era o porto-riquenho Flor Melendez. O clube conquistou o Campeonato Nacional e no mesmo ano foi vice-campeão sul-americano. [161]
Títulos
Campeonato Sul-Americano Masculino: 1964 e 1969.
Campeonato Brasileiro Masculino: 1996.
Taça Brasil Masculina: 1965, 1966 e 1969.
Campeonato Paulista Masculino: 1936, 1947, 1951, 1952, 1954, 1955, 1956, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1983 e 1985


Thiago Pereira foi apresentado ao clube em 2010.
Natação
A natação do Corinthians teve início por volta de 1926, com os nados praticados no rio Tietê. Na 1960, uma época em que o futebol amargava um jejum de títulos importantes, a natação alcançava a maior quantidade de conquistas: três conquistas do Troféu Brasil de Natação e o hexacampeonato estadual.[162]
Títulos
Troféu Brasil de Natação: 1964, 1965 e 1966
Futsal
O Corinthians possui grande tradição no futsal paulista, tendo sido campeão estadual por sete vezes e metropolitano, em outras sete oportunidades. O time, que possui parcerias com Unip e São Caetano possui equipes masculina e feminina, Chamando São Caetano/Corinthians/Unip .[163]
Títulos
Taça Brasil de Clubes: 1974 e 2010
Campeonato Paulista: 1971, 1972, 1973, 1978, 1980, 1981, 1995 e 2009
Campeonato Metropolitano: 1973, 1974, 1980, 1982, 1983, 2004, 2006 e 2010
Handebol
Em 2003, o handebol foi iniciado no Corinthians, mas na época não havia espaço físico para a prática da modalidade, todas as estruturas estavam sendo utilizada por outras modalidades esportivas, e durante um ano e meio a equipe treinou todos os domingos das 16 as 18hs, horário que ninguem usava o ginásio. Após um trabalho a longe prazo, depois de disputar muitos torneios não oficiais, e ganhar todos, no final de 2004 foi instítuido o Departamento de Handebol feminino, e como consequencia a filiação em 2005 na Federação Paulista de Handebol. [164]
Títulos
Campeonato Paulista de Handebol Masculino: 1975, 1976, 1983 e 1984
Campeonato Paulista de Handebol Feminino: 1972, 1976 e 1977 e 1981
Bibliografia

Citadini, Roque. (2001) Neco, o primeiro ídolo. São Paulo. Editora Geração.
Edmar, J.. (2003) Corinthians, uma paixão em prosa e verso. São Paulo. Edição de Autor.
Goldim, Nailson. Corinthians, paixão do povo. São Paulo. Editora Global
Kfouri, Juca. (2002) Corinthians, paixão e glória. São Paulo. Editora DBA.
Kfouri, Juca. (1983) A emoção Corinthians. São Paulo. Editora Brasiliense.
Duarte, Marcelo. (2007) O dia em que me Tornei... Corintiano. São Paulo. Editora Panda Books.
Nalesso, Renato e Bosto, Fabricio. (2002) Eterno Xodó - A verdadeira história de Neto, um dos mais irreverentes e polêmicos ídolos do futebol brasileiro. Rio de Janeiro. Editora Grypus.
Pugliese, Osvaldo Pacoal. (1999) Sai da Rua, Roberto! A verdadeira história de um dos maiores jogadores de futebol do mundo. Rivellino. São Paulo. Editora Master Books.
Olivetto, Washington. (2009) Corinthians X Outros: Os melhores nossos Contra os Menos Ruins Deles. São Paulo/Lisboa. Editora Leya.
Arns, Paulo Evaristo. (2004) Corintianoo Graças a Deus. São Paulo. Editora Planeta do Brasil.
Lalau. (2010) Fiel - 100 anos. São Paulo. Editora Panda Books.
Ziraldo. (2009) Todo-Poderoso Timão em quadrinhos. São Paulo. Editora Globo.
Groisman, Serginho. (2008) Meu Pequeno Corintiano. Caxias do Sul Editora Belas-Letras
Ramos, Luís Carlos. (2001) Vicente Matheus: quem sai na chuva é para se queimar. São Paulo. Editora Brasil.
Unzelte, Celso Dario. (2000) Almanaque do Timão. São Paulo. Editora Abril.
Unzelte, Celso Dario. (2005) Almanaque do Corinthians. 2ª Edição. São Paulo. Editora Abril.
Referências

Obs.: o trecho seguinte está "compactado" de modo a despoluir visualmente o contexto da página toda.
↑ Esportes Terra. Dados gerais sobre o Corinthians. Google. Página visitada em 06 de fevereiro de 2009.
↑ a b c Corinthians - Lancepédia: A Enciclopédia do Futebol
↑ a b c Corinthians nasce com identidade nacional e oposição à elite paulista - GloboEsporte.com, 17 de agosto de 2010
↑ a b Corinthian-Casuals: 100 anos depois, orgulho por batizar um gigante - GloboEsporte.com, 16 de agosto de 2010
↑ a b TIME QUE INSPIROU O CORINTHIANSSONHA COM JOGO NO BRASIL - O Estado de S.Paulo, 15 de agosto de 2010
↑ a b c d Corinthians: como tudo começou - Veja São Paulo, 05 de maio de 2010
↑ a b c 1913: Nasce o Mosqueteiro corintiano - Lance1, 28 de maio de 2010
↑ SILVA, Francisco Carlos Teixeira; SANTOS, Ricarso Pinto dos. Futebol e Política: A Construção de uma Identidade Nacional - Volume 2. [S.l.]: Rio de Janeiro: Mauad, 2002. 29 p.
↑ FILHO, Mário Rodrigues. O negro no futebol brasileiro. [S.l.]: Rio de Janeiro: Mauad, 2003. 260 p.
↑ A Popularização e a profissionalização doesporte - Arquivo Público do Estado de São Paulo, sem datsa
↑ Site oficial. Esportes do Corinthians. Página visitada em 16 de fevereiro de 2009.
↑ Blatter: '1º campeão mundial é o Corinthians' - GloboEsporte, 15 de dezembro de 2007
↑ "Centenário", Corinthians celebra 10 anos do título mundial; veja página especial - UOL, 14 de janeiro de 2010
↑ 10 Anos do Corinthians campeão mundial - Portal Abril, 14 de janeiro de 2010
↑ Há dez anos, Corinthians conquistavao Mundial de Clubes no Maracanã - R7, 14 de janeiro de 2010
↑ Campeões do Campeonato Brasileiro Série A - Sítio oficial da Confederação Brasileira de Futebol
↑ a b c d Campeões da Copa do Brasil - Sítio oficial da Confederação Brasileira de Futebol
↑ 1939: Corinthians, o único três vezes tricampeão paulista - Lance!, 23 de junho de 2010
↑ 1951: Um ataque fulminante do Corinthians - Lance!, 05 de julho de 2010
↑ a b 1953: Pela primeira vez, o Corinthians conquista o mundo - Lance!, 07 de julho de 2010
↑ a b 1972: Wladimir, o recordista de jogos no Corinthians - Lance!, 26 de julho de 2010
↑ a b c d e f 1926: Timão compra o Parque São Jorge - Lance!, 10 de junho de 2010
↑ a b c 1928: Satanás, ídolo e muralha corintiana - Lance!, 12 de junho de 2010
↑ a b c d 1940: A primeira partida do Corinthians no Pacaembu - Lance!, 24 de junho de 2010
↑ Como a Fiel abraçou o Timão na fila - Jornal da Tarde, 25 de abril de 2010
↑ a b Infográfico Pesquisa Ibope/Lance! 2010 - Lance!, 31 de maio de 2010
↑ a b Diferença entre Corinthians e Flamengo é a menor desde 1997 - Lance!, 1 de junho de 2010
↑ Globo Esporte. Pesquisa aponta empate técnico entre as torcidas de Flamengo e Corinthians. Página visitada em 03/06/10.
↑ a b Pesquisa L!-Ibope: Corinthians amplia domínio em São Paulo - Lance!, 12 de agosto de 2010
↑ Fluminense 'contribuiu' para a criação do Corinthians - Lance!, 20 de maio de 2009
↑ Site oficial do Corinthians. Corinthians. Como tudo começou.... Página visitada em 24 de fevereiro de 2009.
↑ Site oficial do Corinthians. História do Corinthians Paulista. Página visitada em 04 de fevereiro de 2009.
↑ a b 1914 - O primeiro título e o primeiro ídolo - Lance!, 29 de maio de 2010
↑ 1916: Debutantes corintianos na Seleção - Lance!, 31 de maio de 2010
↑ 1921: José Castelli, o Rato, estreia no Corinthians - Lance!, 05 de junho de 2010
↑ 1963: O adeus do vitorioso de Del Debbio - Lance!, 17 de julho de 2010
↑ 1932: Grané, o canhão do Timão - Lance!, 16 de junho de 2010
↑ Teleco fez mais gols do que jogos pelo time - Veja São Paulo, 5 de maio de 2010
↑ 1934: Teleco, o corintiano melhor do que Pelé! - Lance!, 18 de junho de 2010
↑ 1935: Mestre Brandão, ídolo corintiano esquecido - Lance!, 19 de junho de 2010
↑ 1938: Corinthians 'ajuda' o rival São Paulo - Lance!, 22 de junho de 2010
↑ 1941: Corinthians conquista o único título dos anos 40 - Lance!, 25 de junho de 2010
↑ 1948: O pequeno grande ídolo do Timão - Lance!, 02 de julho de 2010
↑ Luizinho foi apelidado de ‘Pequeno Polegar’ por dribles - Veja São paulo, 05 de maio de 2010
↑ 1955: Idário, o Deus da Raça corintiana - Lance!, 09 de julho de 2010
↑ 1945: Chega ao Corinthians o 'Cabecinha de Ouro' - Lance!, 29 de junho de 2010
↑ Baltazar foi eleito craque mais querido e virou até samba - Veja São Paulo, 05 de maio de 2010
↑ 1947: Cláudio, o maior artilheiro da História do Corinthians - Lance!, 1 de julho de 2010
↑ Cláudio é o maior artilheiro do time - Veja São Paulo, 05 de maio de 2010
↑ 1952: o melhor de todos os goleiros do Corinthians - Lance!, 06 de julho de 2010
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